
“Aparência, imitação, reprodução imperfeita. Visão sem realidade. É mesmo que o cara tá vendo, mas já é outra coisa, que o cara não vai ter nunca na mão, tendeu?É como se fosse falso, ao mesmo tempo original, ao mesmo tempo fantástico, ao mesmo tempo fantasioso, métrico, imétrico, tá ligado? É conversa pra doido. É do mimeográfo à maquina de xérox. mimeógrafo? Eu quero seguir simulando o que é humano, mas é isso: fingimento, disfarce, simulação, artificial, nada do que é concreto, tá ligado? É plágio e ágil. Retocando o irretocável. Tudo convergindo com uma coisa só. É espelho invertido, difuso, irretocável. Eu ‘num’ tô dizendo a tu!�?
China explica o seu simulacro dessa forma, na última faixa chamada “Pastiche”. De ‘cópia malfeita’ ou ‘grosseira’ ou ‘arremedo’ como explica o Houaiss, o disco não tem nada. O que não é 2007 é 1967. A produção é de Pupillo, e saíra pelo selo Candeeiro records. “Pastiche”, “Durmo acordado” - essa que segue - e outras 8 estão disponíveis para download; um vídeo e um bate papo, tudo isso logo ali…
China - Durmo Acordado
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