O povo tem mania de ser insatisfeito. Pro pessoal do folclore, da cultura de raiz, o chamado techno-brega é o fim da picada. Pra quem tá de fora, tudo é curioso. Do Carimbó ao Brega-Calipso. Pros freakonomics de plantão o interessante é como o produto dessa cultura toda vira troca e dinheiro. Dos dois lados ( e não são só dois ) dessa moeda há prós e contras. Mais prós, cá entre nós.
É de 2007 o documentário “Good Copy, Bad Copy” que mostra além da cena do Pará toda a celeuma causada pelo sample e os direitos autorais, que vão desde o processo em cima do N.W.A numa demonstração do absurdo que é a visão do homem de negócios ligado à música, à venda de produtos piratas em vários cantos do mundo. Casos ilustres como o Grey Album e o processo ( eu falei processo de novo? ) sobre Greg Gillis, o Girl Talk ( Sim, esse que teve há pouco tempo tocando no Tim Festival ) permeiam todo o filme.
Realizado pelos dinamarqueses Andreas Johnsen, Ralf Christensen e Henrik Moltke, “Good Copy, Bad Copy” é um documentário que mostra a luta pela cultura livre e pelo compartilhamento de conteúdos.
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