Marcello Penna segue no Bullshitando falando de rock pelos cotovelos, e a gente não podia deixar de linkar pra este maravilhoso post:
O tal do “emocore brasileiro” é um verdadeiro atentado à boa música. Historicamente o rock brasileiro sempre usou as melhores referências ou criou as suas próprias (pela grande força da nossa cultura), mas por algum motivo que eu ainda não consegui decifrar exatamente, alguma coisa deu muito errada e tem um movimento bem forte que brotou nas escolas, invadiu as rádios, a web e a MTV. É uma epidemia.
O que pode-se esperar de bandas como: NXZero, CPM22, Dibob, Forfun, Cueio Limão, Wimp, Gloria, Dance Of Days, Hateen, Granada, Strike, Fresno, emo. e Abril?
Penna dá uma geral na cena do rock nacional, ampla e descaradamente sobrevivente de restos da geração da década de 80. Vale o confere: Emocore: chatocore pra caráleocore
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“Aparência, imitação, reprodução imperfeita. Visão sem realidade. É mesmo que o cara tá vendo, mas já é outra coisa, que o cara não vai ter nunca na mão, tendeu?É como se fosse falso, ao mesmo tempo original, ao mesmo tempo fantástico, ao mesmo tempo fantasioso, métrico, imétrico, tá ligado? É conversa pra doido. É do mimeográfo à maquina de xérox. mimeógrafo? Eu quero seguir simulando o que é humano, mas é isso: fingimento, disfarce, simulação, artificial, nada do que é concreto, tá ligado? É plágio e ágil. Retocando o irretocável. Tudo convergindo com uma coisa só. É espelho invertido, difuso, irretocável. Eu ‘num’ tô dizendo a tu!�?
China explica o seu simulacro dessa forma, na última faixa chamada “Pastiche”. De ‘cópia malfeita’ ou ‘grosseira’ ou ‘arremedo’ como explica o Houaiss, o disco não tem nada. O que não é 2007 é 1967. A produção é de Pupillo, e saíra pelo selo Candeeiro records. “Pastiche”, “Durmo acordado” - essa que segue - e outras 8 estão disponíveis para download; um vídeo e um bate papo, tudo isso logo ali…
China - Durmo Acordado
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