Submusica

Sobre

Sobre o Submusica

Mas afinal, o que é o Submusica?

O Submusica é um site que aborda música alternativa e tudo que se relaciona ao assunto: podcasts, DJs, bandas, artistas, eventos, Internet, tecnologia, cinema e comportamento. Afinal, música é algo que está presente em todos os lugares, nas mais diferentes formas.

Nos dias de hoje, a música é vista como um produto, como algo a ser vendido e comercializado. Nós não discordamos desta visão, afinal ela movimenta uma importante fatia da economia mundial. É importante que haja investimento e retorno para que se possa evoluir e aperfeiçoar cada vez mais a forma como música é elaborada, distribuída e apreciada.

Porém, é preciso resgatar o conceito de música como forma de arte. E arte, desde os mais remotos tempos, é uma forma de expressão — uma maneira do ser humano colocar pra fora sentimentos. De se comunicar com outros seres humanos.

O inicio: Submusica, uma rádio online

O Submusica foi inaugurado em 2004, e prosseguiu por três anos no formato de uma rádio online, bastante aclamada por ter uma grade de programação rica em novos talentos e abrindo espaço para os mais variados ritmos, do drum n’bass ao house, passando por electro, minimal, rock, midbacks manguebeat, jungle, raggacore, breaks, soul, funk, e muito mais.

Durante estes 3 anos, vários DJs e apresentadores de muito talento ofereceram música de qualidade em mais de 20 programas semanais, totalizando 40 horas por semana de música inédita e exclusiva.

Nomes de todos os pesos e portes, de iniciantes a profissionais badalados. Nomes como BTK, MA, Gugga, Carlos Freitas, Fabio Flyer, Rodrigo S, MMA, Fritz, Kalif, Cobra, Mario 86, Cybass, Akzel, Tahira, Peter Zarustica, Manu d’Omb, Harlem “Alienaqtor” Pinheiro, Pedro Serra, André Araújo, Rafael Negroove, Tutz, RCA, Byte, Djoe, Avontz, Bex, Erick, Marcio Martinez, Lennox, Ricardo Estrela, Erico136, Tony Viegas, Alex Conspirasounds, Luciano Nitri, Helinho, Marcelo Lima, Tiago Gama, Daniel Avellar, Bruno Belluomini, Mauro Telefunksoul, Kowalsky, entre muitos outros.

E seus ilustríssimos convidados que se apresentaram nestas mais de 3500 horas de música ao vivo e em alta qualidade de transmissão, sempre com muita interatividade com os ouvintes através de todo o tipo de ferramenta disponível, desde o MSN Messenger até um web chat dos mais descolados.

2007: a reformulação total

Porém, em 2007, o Submusica tirou férias. Férias para repensar, para reciclar as idéias. Afinal, seu objetivo sempre foi um só: dar espaço à música que não possui espaço nos principais veículos de comunicação, como rádio, televisão e grandes portais.

Viu-se que rádio online, por mais divertida e dinâmica que fosse, era um problema pois demandava muito esforço de todos, e que desperdiçava o poderio da mídia chamada Internet ao obrigar a todos que estivessem ali presentes, em tempo real, para poder absorver aquele conteúdo. Viu-se que mesmo tendo um total de 10.000 ouvintes por mês, um simples podcast poderia alcançar a metade disso, pelo simples fato de estar disponível a qualquer hora do dia ou da noite.

E o Submusica produzia, com sua rádio, o equivalente a 160 podcasts por mês. Programas que eram transmitidos com qualidade mais baixa (uma exigência do streaming ao vivo), que só podiam ser escutados por quem tem conexão de banda larga (hoje, ainda menos da metade da população). E que, pelo formato ao vivo, não podiam se dedicar à verdadeira qualidade e variedade da música, e sim se prendendo a fórmulas com o obejtivo de ter mais audiência.

Menos experimentalismo. Menos criatividade. Menos Submusica.

O novo Submusica

Depois de muito pensar, em Maio de 2007, o Submusica se aventura em novo formato: um site sobre notícias, tutoriais, artigos e entrevistas sobre tudo que é relacionado a música, direta ou indiretamente. Sem, claro, abandonar a coisa mais importante: a música. Podcasts e sets mixados são, sem dúvida, o carro-chefe do site.

Hoje não tem mais a rádio online com chat. Mas o usuário pode entrar e baixar e escutar música do mesmo jeito. Que pode até não ter o mesmo calor do “ao vivo”, mas com certeza tem muito mais qualidade. O que foi tocado foi melhor selecionado, foi melhor gravado, teve muito mais capricho do que antes.

Porque acreditamos que música tem sim, que ser curtida ao vivo também. Mas ao vivo significa em um show, em um club, em céu aberto. Interagindo com pessoas à sua volta, com o DJ, com a banda, com todos os sons, cheiros, gostos e tatos que fazem uma noite.

Aqui, na Internet, a tal via da informação, é lugar para — lógico — se informar.

A partir de agora, você entra no Submusica e ouve música, e se informa também. Aprende sobre novas tecnologias, sobre o cenário musical, conhece novos artistas com mais detalhes, enfim, fica por dentro das coisas.

E o novo Submusica nem começou. Ainda estamos em fase beta. O clássico visual e a clássica marca vão voltar, o quanto antes. E muito mais coisa vai vir por aí. Então, aproveite. Entre, puxe uma cadeira, ouça música, faça um comentário, envie sua notícia.

O Submusica agora é 2.0. Tudo começa novamente. Mas melhor do que antes.

Um abraço,
Equipe Submusica