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	<title>Submusica &#187; Artistas</title>
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	<description>Podcasts, mixes, noticias e tutoriais sobre musica alternativa, internet e comportamento</description>
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		<title>As influências do Detroit Techno no Drum and Bass na visão de Sinistarr</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 08:54:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cidão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artistas]]></category>
		<category><![CDATA[detroit]]></category>
		<category><![CDATA[detroit techno]]></category>
		<category><![CDATA[Drum and bass]]></category>
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		<description><![CDATA[Sinistarr, produtor de Drum and Bass de Detroit, apresenta um set interessante com músicas que têm direta ou indireta influência do legendário Techno de Detroit. Isso talvez não te espante se você perceber que grande parte das músicas do produtor ainda carregam aquele "quê" do Techno que se fez nessa época. E perceber isso dentro do Drum and Bass não é nada fácil para os ouvidos normais de hoje. 
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="float:left;padding:0px 4px 0px 0px;" src="http://www.submusica.com/uploads/sinistarr.jpg" alt="Sinistarr" />Nascido na metade dos anos 80 pelas mãos de afrodescendentes do subúrbio americano da cidade de Detroit, o Techno de Detroit (ou Detroit Techno, como queira) ainda continua influenciando e deixando suas marcas em vários gêneros e produtores de e-music ao longo desses mais de 20 anos de existência. Será que Freud explicaria?</p>
<p>Talvez nenhuma teoria Freudiana valesse a devida atenção nessa questão já que o foco não é psicológico e sim cultural. Tirando a questão racial e econômica, o fato mais evidente é que a música pop que se faz desde a metade do século passado até os nosso dias é simplesmente uma tentativa de resistência da cultura negra. É justamente essa visão cultural que possa nos oferecer algum tipo de chave para o entendimento do porquê que certos gêneros da música eletrônica vivem fazendo releituras e tentando entender, com olhos modernos, suas raízes.</p>
<p>O que é a House Music senão uma releitura &#8220;renascentista&#8221; da Disco Music sendo reinterpretada por uma <strong>jovem</strong> classe média negra que se livrava dos grilhões periféricos do discurso violento pós anos 70 e 80? E o que seria o Detroit Techno senão um &#8220;remake&#8221; do que se fazia em Chicago, mas com um tom mais urbano, alucinado, industrial e mais sério?</p>
<p>Isso passaria desapercebido se não fosse o fato que o Detroit Techno ainda está inserido no subconsciente de muita gente por aí, com seus synths lisérgicos e ácidos, seus timbres de TB-909 eternamente enfáticos e constantes, texturas atmosféricas psicodélicas e viajantes. Big Fun e Good Life do Inner City são até hoje tocadas, sampleadas e remixadas por um caminhão de gente por aí.<span id="more-1443"></span></p>
<p>Sinistarr, produtor de Drum and Bass de Detroit, apresenta um set interessante com músicas que têm direta ou indireta influência do legendário Techno de Detroit. Isso talvez não causasse nenhum espanto ao perceber que parte das músicas desse produtor carrega aquele &#8220;quê&#8221; do Techno que se fazia nessa época. E perceber isso dentro do Drum and Bass não é nada fácil para os ouvidos normais de hoje.</p>
<p>Taí um set que realmente vale à pena ser ouvido muitas vezes com aquela fala de Caetano &#8220;Chega de Saudade&#8221;.</p>
<p><strong>Tracklist:</strong><br />
Atom &#8211; Dolly &#8211; Sonorous Digital Dub<br />
Bal &#8211; Untitled Housey &#8211; Influence Records Dub<br />
Commix &#8211; Faceless (Marcus Intalex Remix) &#8211; Shogun Audio<br />
Sinistarr &#8211; Shareware &#8211; Junction 11<br />
Eveson &#8211; X Rated &#8211; Progress Dub<br />
Eveson &#8211; Anywhere, Anytime &#8211; Future Thinkin&#8217; Dub<br />
Mist:i:Cal &#8211; Eject &#8211; Soul:r<br />
Instra:mental &#8211; Sakura &#8211; Darkestral<br />
Kiat &amp; Ash &#8211; Closer &#8211; Audio Decay Dub<br />
Sinistarr &#8211; Pax Romana &#8211; Unsigned<br />
Sinistarr &#8211; Unsung Hero &#8211; Unsigned<br />
Leon Switch &amp; Kryptic Minds &#8211; Minor Nine &#8211; Defcom<br />
Double O &#8211; Beautiful Light &#8211; Digi-Lab Recs<br />
Chris Inperspective &#8211; Heather&#8217;s Hot Waffles &#8211; Exit Dub<br />
D &#8211; Bridge &#8211; The Haven &#8211; Exit Recs<br />
Sinistarr &#8211; Bad For Your Health &#8211; Unsigned</p>
<p><strong>Tamanho: </strong><br />
137,06 MB</p>
<p><strong>Mirrors para download: </strong><br />
<a href="http://depositfiles.com/files/5711531">http://depositfiles.com/files/5711531</a><br />
<a href="http://www.megaupload.com/?d=EJ9FER4G">http://www.megaupload.com/?d=EJ9FER4G</a><br />
<a href="http://uploaded.to/?id=titn9t">http://uploaded.to/?id=titn9t</a><br />
<a href="http://rapidshare.de/files/39580369/Sinistarr_-_Detroit_Sounds_-_5-30-08_.mp3.html">http://rapidshare.de/files/39580369/Sinistarr_-_Detroit_Sounds_-_5-30-08_.mp3.html</a></p>
<p><strong>Conheça o bom trabalho do Sinistarr: </strong><br />
<a href="http://www.myspace.com/sinistarrtunes">http://www.myspace.com/sinistarrtunes</a></p>
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		<title>Hey Bo Diddley, foram 80 anos de rock!</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 06:50:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Davi Roque</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artistas]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>
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		<description><![CDATA[É com tristeza que o mundo recebe a notícia da morte de Bo Diddley. Mais imitado por brancos (ouça só Desire, do U2) do que por toda uma nação de negros, ele que dizia odiar o gangsta rap e também que mais do que por vaidade, fazer música era seu trabalho; hipertenso, morreu devido à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://www.submusica.com/uploads/02diddley5501.jpg' alt='music=free' align="right" /><br />
É com tristeza que o mundo recebe a notícia da morte de Bo Diddley. Mais imitado por brancos (ouça só <a href="http://www.youtube.com/watch?v=-bjNHzU81qY">Desire</a>, do U2) do que por toda uma nação de negros, ele que dizia odiar o gangsta rap e também que mais do que por vaidade, fazer música era seu trabalho; hipertenso, morreu devido à complicações de diabetes, um derrame e posterior falência cardíaca em sua casa na Flórida. Inventor de uma levada muito peculiar, ajudou a propagar o já então <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rock">rock and roll</a> para além do âmbito da musica negra. Era fã de John Lee Hooker, tocou com gente que vai de The Clash, abrindo em 1979 os shows da primeira turnê americana, ao Grateful Dead.<span id="more-1440"></span></p>
<p>Pelo jeito frenético de tocar inspirou de Elvis à Jimi Hendrix, inventou um nome, uma levada, sua própria guitarra posteriormente replicada pela <a href="http://www.gretschguitars.com/gear/index.php?product=G6138&#038;cat1=&#038;cat2=&#038;q=&#038;st=1">Gretsch</a>, junto com Chuck Berry, Little Richard, Jerry Lee Lewis e uns outros poucos defininiu e consolidou um gênero além do Blues, o Rock&#8230; e esse já não tinha mais cor. E foram 80 anos de muita música.</p>
<p><strong>E é isso&#8230;</strong> &#8211; 1928-2008<br />
[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=979rwnVPG4A[/youtube] </p>
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		<title>Will.i.am rumo ao topo do mundo</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Dec 2007 06:10:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucio K</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artistas]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Hip Hop]]></category>
		<category><![CDATA[Musica Brasileira]]></category>
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		<description><![CDATA[Will.i.am é sem dúvida uma das maiores mentes da musica pop da atualidade. Rapper, compositor e produtor de mão cheia, o mentor do Black Eyed Peas (em bom português essa banda seria chamada de &#8220;Feijões Fradinhos&#8221;), banda que começou no cenário alternativo do hip hop, e que mais tarde decidiu contratar uma loura e assumir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://www.submusica.com/uploads/will_i_am.jpg' alt='will.i.am segue rumo ao topo do mundo' align='left'/> Will.i.am é sem dúvida uma das maiores mentes da musica pop da atualidade. </p>
<p>Rapper, compositor e produtor de mão cheia, o mentor do Black Eyed Peas (em bom português essa banda seria chamada de &#8220;Feijões Fradinhos&#8221;), banda que começou no cenário alternativo do hip hop, e que mais tarde decidiu contratar uma loura e assumir que queriam mesmo era o mainstream. </p>
<p>Deu no que deu, e o resultado foi bem positivo: alcançaram os charts de diversos países, inclusive aqui no Brasil.</p>
<p>Agora, depois da explosão dos Black Eyed Peas, ele parece mais à vontade pra fazer um som que está no meio termo: popular mas sem ser oportunista-vendido, e sim trazendo também originalidade ao mundo pop. </p>
<p>No seu album solo recém-lançado, intitulado &#8220;Songs About Girls&#8221;, o consagrado produtor mostra como o mundo pop deveria ser. <span id="more-1191"></span></p>
<p><strong>As músicas sobre garotas de will.i.am</strong></p>
<p>2006 foi um importante ano pra will.i.am. Admirador da musica brasileira, convidou um dos seus ídolos, Sergio Mendes, pra fazer um album (o excelente &#8220;Timeless&#8221;), e entrou nas paradas de sucesso do mundo inteiro, re-colocando Sérgio no cenário mundial com releituras de seus clássicos. </p>
<p>Voltando à &#8220;músicas sobre garotas&#8221;, will fez um album a respeito do assunto que o mais inspira, falando de relações ou simplesmente elogiando suas musas, e provavelmente por isso o disco é leve e dançante, afinal &#8216;se elas dançam, eles dançam&#8217;&#8230;</p>
<p><center><img src='http://www.submusica.com/uploads/will_i_am-songs_about_girls.jpg' alt='Capa do CD “Songs About Girls”, primeiro solo de will.i.am' /><br />
<small><em>Capa do CD &#8220;Songs About Girls&#8221;, primeiro solo de will.i.am</em></small></center></p>
<p>Uma das faixas mais curiosas, &#8220;Make it Funky&#8221;, é totalmente inspirada e sampleia o funk carioca, mas infelizmente não é uma das melhores do CD, pois além de economizar no indispensavel &#8220;bass&#8221; (os graves da bateria TR-808, característicos do pancadão), will, com a intenção de simular a sonoridade tosca do funk carioca, colocou distorção demais, deixando a faixa fora do contexto sonoro do album inteiro.</p>
<p><center><object type="application/x-shockwave-flash" style="width: 425px; height: 350px;" data="http://br.youtube.com/v/APHm8DbYkL0"><param name="movie" value="http://br.youtube.com/v/APHm8DbYkL0" /></object><br />
<small><em>Confira as fortes influências brasileiras também no clip da música &#8220;I Got It From My Mamma&#8221;</em></small></center></p>
<p>Destaques pra &#8220;Over&#8221;, que abre o disco de uma forma bombástica, para a dançante &#8220;I got if from my mama&#8221; (que pergunta pra gostosa onde ela arrumou aquele corpo) e para a divertida &#8220;The Donque Song&#8221;, em parceria com a figura Snoop Dogg, música que nada mais faz do que discorrer fanfarronicamente sobre o&#8230; burrão da sua musa!  </p>
<p><em>Funky</em> até o caroço.</p>
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		<title>Mano Brown: do gueto às ondas da TV pública</title>
		<link>http://www.submusica.com/mano-brown-para-as-massas/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Sep 2007 05:41:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cidão</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artistas]]></category>
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		<category><![CDATA[Hip Hop]]></category>
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		<description><![CDATA[Figura polêmica e muitas vezes incompreendida por muitos devido à sua linguagem, Mano Brown, um dos destaques do grupo Racionais MCs, será um dos entrevistados do programa Roda Viva que será transmitido ao vivo na próxima segunda-feira, dia 24 de setembro, pela Rede Cultura. Um olhar mais atento sobre o discurso de Mano Brown, tanto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://www.submusica.com/uploads/mano-brown.jpg' alt='mano-brown.jpg' /></p>
<p>Figura polêmica e muitas vezes incompreendida por muitos devido à sua linguagem, Mano Brown, um dos destaques do grupo <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Racionais_MCs">Racionais MCs</a>, será um dos entrevistados do programa Roda Viva que será transmitido ao vivo na próxima segunda-feira, dia 24 de setembro, pela Rede Cultura.<span id="more-929"></span></p>
<p>Um olhar mais atento sobre o discurso de Mano Brown, tanto nas músicas ou sobre o que ele diz por aí, revela claramente uma linguagem que não é &#8220;consumível&#8221; ou de fácil &#8220;leitura&#8221; para muitos. O teor de seu discurso remete a um contexto da qual muitos não conhecem, mas julgam &#8220;entender&#8221; (é a tal da sociologia <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ren%C3%A9_Descartes">cartesiana</a>, metida à besta e fortemente incurtida na nossa cultura).</p>
<p>A linguagem dúbia, muitas vezes rebuscada e misturada à gíria, cortante, povoada freqüentemente de muitos vai-e-vens de flashbacks melancólicos de um passado intenso e raivoso fazem eclodir um discurso irritado, duro e, talvez, hermético. Isso talvez se encaixe no que disse uma vez o diretor <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Spike_Lee">Spike Lee</a> acerca das letras de grupos de Hip-Hop americano nos anos 90: &#8220;Como vocês querem que o discurso desses jovens não seja inflamado se eles foram submetidos a longos anos de uma opressão cultural racista? As letras eclodem pesadas, é um desabafo que se apresenta de várias formas, é uma explosão&#8221;.</p>
<p>A música de Mano Brown, antes de tudo, traz à cena a construção de um mito que habita o imaginário de um conjunto disperso de muitas pessoas que se identificam com a condição marginalizada e que, sobretudo, ainda agonizam por não terem uma identidade em um ambiente cultural marcado pelo racismo social. O discurso inflamado de Brown tem como principal elemento uma crítica ofensiva ao &#8220;homem branco&#8221; e seus pseudos discursos de paz, harmonia, democracia e integridade nacional que é vomitado sobre aqueles que percebem que o discurso e a prática são antagônicas e altamente cruéis num lugar chamado Terra Brasilis.</p>
<p><embed src="http://www.youtube.com/v/RVvoeWak-WM" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed><br />
<em>Brown em performance no programa Ensaio, em 2003, comandado pelo jornalista e pesquisador Fernando Faro na TV Cultura.</em></p>
<p>Muitos gostam de ler Mano Brown como um racista, mas o que muitos não entendem é que ele joga com as mesmas armas que os &#8220;racistas otários&#8221; que nunca mostram a cara, escondidos nas entranhas de um caldeirão cultural lotado de resquícios preconceituosos do tempo do império. As armas são as mesmas, mas talvez Brown seja mais explícito e tenha &#8220;background&#8221; o suficiente para  ir à forra, sem temer ninguém e ficar se explicando. Ele deveria ser um exemplo para a molecada e seguir a cartilha do &#8220;politicamente correto&#8221;? Mas o que é ser politicamente correto num país que possui um dos piores índices de distribuição de renda do planeta e cuja escola pública só aleija, ao invés de ensinar? Os fins não justificam os meios? Quem é capaz e tem base o suficiente para penetrar no inconsciente marginal de um pais que despreza a si próprio? Quem?</p>
<p><em>&#8220;Quem tem que ser exemplo para os moleques são os país, irmãos, os primos. Eu falo a minha verdade, morô? Se a pessoa pegar a parte boa do Brown e servir como exemplo de vida, é bom. Senão, pode pegar a parte ruim. Eu tenho que ser exemplo para meu filho, para os moleques que vivem na quebrada aqui perto. Os outros moleques tem que ter exemplo do pai. Não adianta o Brown ser o cara que fala isso e aquilo e o pai do cara só quer saber de beber e o caralho. Não se importa com a vida do filho, se o filho esta se viciando em droga. O moleque vê o irmão mais velho entrar para o crime e o moleque não tá se importando com o exemplo que ele vai dar para o irmão&#8221;. </em> &#8211; Brown, em entrevista à <a href="http://carosamigos.terra.com.br/">Revista Caros Amigos</a>, em 1998.</p>
<p>O programa <a href="http://www.tvcultura.com.br/rodaviva/">Roda Viva</a>, da TV Cultura, dentro do foco Jornalismo Público, oferece aos telespectadores desde 1986 um dos mais importantes programas de entrevistas da TV brasileira. Durante todos esses anos, o programa acumulou um acervo respeitável, que conta com importantes personalidades nacionais e internacionais na área das artes, política, economia, cultura, esportes, educação e saúde. Os convidados a participar do programa colocam-se diante de jornalistas e especialistas especialmente convidados para expor suas opiniões e esclarecer questões relevantes para a sociedade.</p>
<p>Mediado pelo jornalista Paulo Markun, o programa será transmitido ao vivo pela TV Cultura a partir das 22h40 e terá também o escritor <a href="http://www.novacultura.de/0305paulolins.html">Paulo Lins</a>, autor do livro “Cidade de Deus?, e o jornalista <a href="http://www.chappa.com.br/noticia.php?titulo=ricardo-cruz-rolling-stone">Ricardo Cruz</a>, da revista &#8220;Rolling Stone&#8221; Brasil, entre os entrevistadores.</p>
<p>Bon apetit!</p>
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		<title>Gilles Peterson: O DJ embaixador do Jazz</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jul 2007 17:45:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucio K</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conheça o trabalho de Gilles Perterson, um DJ que rompe as tradicionais barreiras que os DJ de todo mundo se auto-impõem, e que revela sua genialidade através de coletâneas e do seu programa na RadioOne da BBC. O DJ é um profissional que (ao menos supostamente) trabalha em prol da música. Mas geralmente tem seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src='http://www.submusica.com/uploads/gilles_peterson.jpg' alt='Gilles Peterson: O DJ embaixador do Jazz' /><br />
Conheça o trabalho de Gilles Perterson, um DJ que rompe as tradicionais barreiras que os DJ de todo mundo se auto-impõem, e que revela sua genialidade através de coletâneas e do seu programa na RadioOne da BBC. <span id="more-817"></span></p>
<p>O DJ é um profissional que (ao menos supostamente) trabalha em prol da música. Mas geralmente tem seu ápice tocando apenas um estilo. E conserva essa linha musical, preso em uma sonoridade específica, e fazendo remixes que nada mais são do que adaptação de outros estilos àquela &#8220;moldura&#8221; musical, ou seja, uma padronização musical.</p>
<p>Mas aí os anos passam, os estilos evoluem e não só a nova geração precisa de novos sons como os adolescentes clubbers envelhecem e naturalmente se interessam em consumir outros estilos. E é aí que se sobressaem os DJs que nao estão presos a apenas um estilo e procuram quebrar sempre os limites e ver a música como algo mais global.</p>
<p>E &#8220;global&#8221; é o melhor adjetivo para o inglês <a href="http://www.myspace.com/gillespeterson">Gilles Peterson</a> (em português pronuncia-se &#8220;djaels piterson&#8221;), hoje com 43 anos e uma lenda no mundo da música. A opinião entre quem gosta de música mundo afora é unânime: Gilles é responsável por realmente ser uma excelente ponte entre pérolas da música de todas as épocas para o grande público. Conheça mais sobre esse DJ que recentemente teve que comprar um armazém pra alocar sua coleção de discos, que já não cabia mais na sua casa&#8230;</p>
<p align="center"><img src='http://www.submusica.com/uploads/gilles_peterson_in_brazil.jpg' alt='Capa da coletânea Gilles Peterson In Brazil' /><br />
<small><em>Capa da coletânea Gilles Peterson In Brazil</em></small></p>
<p>Gilles já começou a deslanchar no começo dos anos 90, quando fundou seus consagrados selos Acid Jazz e Talkin Loud. Logo caiu no gosto de um público que era carente por música e que para dançar não se contentava somente com os padrões dance music. Através dos anos seguintes, Gilles se popularizou ainda mais com seus programas na Kiss FM de Londres e lançou várias compilações como DJ, lançando artistas como Erykah Badu, Nicola Conte, <a href="http://www.myspace.com/jazzanovask">Jazzanova</a> , 4 Hero, Gotan Project,  <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bugz_in_the_Attic">Bugz in the Attic</a> e <a href="http://www.myspace.com/quanticmusic">Quantic</a>. Virou referência misturando dub, reggae , jazz, nu jazz, soul, neo soul, R &#038; B, house, broken beat, hip-hop, Jazz-funk, grooves latinos, africanos e até brasileiros. </p>
<p>Hoje em dia, além de tocar no mundo inteiro como DJ, faz o seu programa na BBC Radio 1 (<a href="http://www.bbc.co.uk/radio1/gillespeterson/index.shtml">que também é transmitido pelo site da Radio1</a>) e é filiado a várias estações de rádio pelo mundo, como FM4 na ?ustria e Radio Helsinki na Finlândia. Além disso, acaba de lançar um novo selo chamado <a href="http://www.myspace.com/brownswoodrecordings">Brownswood</a> .</p>
<p align="center"><img src='http://www.submusica.com/uploads/gilles_peterson_kingsofjazz.jpg' alt='The Kings Of Jazz, por Gilles Perterson' /><br />
<small><em>The Kings Of Jazz, por Gilles Perterson</em></small></p>
<p>Vida longa a Gilles Peterson e a outros DJs que não estacionam, estão sempre rompendo fronteiras musicais e privilegiando outros estilos musicais além da club music. Afinal, música é diversidade.</p>
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