Davi Roque a.k.a. Davi Roque de Souza
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Perfil: Todo tipo de música boa. www.myspace.com/daviroque
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É muito simples, basta digitar o username e pronto, toda a estátistica gerada por alguns meses ou anos de scrobbling do seu last.fm (ou de quem você quiser saber mais) vira gráficos e mais gráficos, com a possibilidade de exportar dados para três tipos de programas de planilha diferentes e de gerar um poster em pdf e svgz , com tudo que se ouviu no intervalo solicitado. O cara que inspirou o gráfico do poster foi Lee Byron, cabeçudo de plantão e fã de música. O nome do brinquedo é LastGraph e a utilidade da coisa ainda é duvidosa, mas que é divertido, isso é.

É com tristeza que o mundo recebe a notícia da morte de Bo Diddley. Mais imitado por brancos (ouça só Desire, do U2) do que por toda uma nação de negros, ele que dizia odiar o gangsta rap e também que mais do que por vaidade, fazer música era seu trabalho; hipertenso, morreu devido à complicações de diabetes, um derrame e posterior falência cardíaca em sua casa na Flórida. Inventor de uma levada muito peculiar, ajudou a propagar o já então rock and roll para além do âmbito da musica negra. Era fã de John Lee Hooker, tocou com gente que vai de The Clash, abrindo em 1979 os shows da primeira turnê americana, ao Grateful Dead. Leia mais
Já tem um tempo que eu acompanho o rcrdlbl.com pelo simples fato de que o Google, durante um período, toda vez que eu procurava o download de alguma banda hospedada no myspace que não permite baixá-las, me levava pro site. Bem representado em muitos dos gêneros além do último hype-myspace você também encontra artistas já estabelecidos distribuídos por selos bacanas. Gente como Moby, Justice, MSTRKFT, Autechre e até o Mudhoney disponibilizam música por lá. Tracks originais, remixes recém saídos de forno, agenda de shows, performances ao vivo e podcasts são atualizados diariamente e de uns tempos pra cá grandes achados feito os do próprio Mudhoney que liberou o último single e algumas raridades de 88 para download. Muito conteúdo de youtube do bom, a possibilidade de criar um perfil e fazer parte do cast enviando o seu próprio material dão o resto da liga que fazem do RCRDLBL parada obrigatória. Como eles dizem, música e liberdade são sinônimos.
O povo tem mania de ser insatisfeito. Pro pessoal do folclore, da cultura de raiz, o chamado techno-brega é o fim da picada. Pra quem tá de fora, tudo é curioso. Do Carimbó ao Brega-Calipso. Pros freakonomics de plantão o interessante é como o produto dessa cultura toda vira troca e dinheiro. Dos dois lados ( e não são só dois ) dessa moeda há prós e contras. Mais prós, cá entre nós.
É de 2007 o documentário “Good Copy, Bad Copy” que mostra além da cena do Pará toda a celeuma causada pelo sample e os direitos autorais, que vão desde o processo em cima do N.W.A numa demonstração do absurdo que é a visão do homem de negócios ligado à música, à venda de produtos piratas em vários cantos do mundo. Casos ilustres como o Grey Album e o processo ( eu falei processo de novo? ) sobre Greg Gillis, o Girl Talk ( Sim, esse que teve há pouco tempo tocando no Tim Festival ) permeiam todo o filme.
Realizado pelos dinamarqueses Andreas Johnsen, Ralf Christensen e Henrik Moltke, “Good Copy, Bad Copy” é um documentário que mostra a luta pela cultura livre e pelo compartilhamento de conteúdos.
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Duvido que alguém em sã consciência e de acordo com as novas normas vigentes de interação no planeta ainda ache que redes sociais e networking online seja perda de tempo. Descolados ou não dos padrões, qualquer um tem ou teve “seu” Orkut.
O MySpace, apesar dos detalhes bem bons como a quase que total customização da página e outros tantos, nada mais é que um orkut e assim como o primo, também já foi dominado por bots, spams e toda a leva de besteiras, até porquê não é exclusividade de brasileiro ter esse péssimo hábito de sujar a página alheia.
Mas até que enfim temos o site em português. Eu mesmo perdi a conta dos amigos que me disseram o “agita um myspace pra mim aí”, por preguiça ou por desconhecimento da língua inglesa, que era a língua única do espaço. Tá aí, com tutorial e tudo.
Cá entre nós, mais bacana que o outro da tela azul.
A dupla que já toca junto desde 2000 e tem por afinidade o electro, os breakbeats e os samples sacados de filmes e mídia jornalística já compõe a segunda leva de tracks. Do início clássico de moleques de banda, de fitas pros amigos e Djing de festas e bailes hoje a dupla se empenha atras do hardware.
No mês passado nós batemos um papo (a outra metade por e-mail) no estúdio da dupla, onde foi gravado o set que vocês irão ouvir, para sacar qual é desse projeto. A dupla diluiu “Tudo Pronto”, “Significar”, “Computadores” e “Tudo Aquilo” do primeiro disco, o live p.a. é exclusivo para o submusica.com e o papo você lê logo ali.
“Estamos constantemente querendo aperfeiçoar a maneira de tocar música eletrônica, sabe? Não só apertar o play, ou passar o crossfader pra mudar para a próxima faixa.”
O projeto UNKLE, liderado por James Lavelle, liberou para download o vídeo clipe para a música Hold My Hand, a segunda música de trabalho do terceiro álbum do coletivo, War Stories. A música é cantada pelo próprio Lavelle, que prova para si e para o mundo que além de saber elencar gente muito boa para colaborações em vocais, consegue desempenhar muito bem a posição de “homem-banda”.
E já que falamos em colaborações, o álbum War Stories é uma prova do bom gosto do UNKLE neste quesito: o disco contém participações de Josh Homme (Queens Of The Stone Age), 3D (Massive Attack), Matthew Caws (Nada Surf), David Catchin (Eagles Of Death Metal) e Ian Astbury (The Cult). Todos “homens-banda” de altíssimo quilate.
O vídeo, dirigido por Mark Locke, você baixa gratuitamente direto do site do coletivo, que fica no endereço www.unkle.com.

“Aparência, imitação, reprodução imperfeita. Visão sem realidade. É mesmo que o cara tá vendo, mas já é outra coisa, que o cara não vai ter nunca na mão, tendeu?É como se fosse falso, ao mesmo tempo original, ao mesmo tempo fantástico, ao mesmo tempo fantasioso, métrico, imétrico, tá ligado? É conversa pra doido. É do mimeográfo à maquina de xérox. mimeógrafo? Eu quero seguir simulando o que é humano, mas é isso: fingimento, disfarce, simulação, artificial, nada do que é concreto, tá ligado? É plágio e ágil. Retocando o irretocável. Tudo convergindo com uma coisa só. É espelho invertido, difuso, irretocável. Eu ‘num’ tô dizendo a tu!�?
China explica o seu simulacro dessa forma, na última faixa chamada “Pastiche”. De ‘cópia malfeita’ ou ‘grosseira’ ou ‘arremedo’ como explica o Houaiss, o disco não tem nada. O que não é 2007 é 1967. A produção é de Pupillo, e saíra pelo selo Candeeiro records. “Pastiche”, “Durmo acordado” - essa que segue - e outras 8 estão disponíveis para download; um vídeo e um bate papo, tudo isso logo ali…
China - Durmo Acordado
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A segunda edição do podcast traz um set com o Diva Muffin, um mix do sempre importante Músicalivre baseado no ccMixter, videos, e aquele monte de palavras… Uma vez eu li que o elevador deveria ser eleito como a invenção do século (passado). E depois disso, lendo o tal texto. Achei que o mundo só cresceu de forma vertical. E os prédios maiores e tudo mais e mais vertical. Difícil saber o que seriam as cidades sem o elevador mas fica a impressão de que não haveria uma sem o outro.
a primeira edição do podcast vem com uma seleção de novidades, sessão em estúdio com os Mickey Junkies, um set e um papo com Jarrier Modrow, representante do house no sul do país, arremedos históricos e uns vídeos.
Olá, esse é o primeiro na periferia do backbone nacional. Era pra você estar ouvindo invés de lendo. Ok, ok, ok… eu bem que tentei. Gravei uns 6 pilotos e nada de achar que a coisa ficava legal. Se por um lado a gente perde em diversão, porque sim.. foi muito divertido brincar de rádio nessas tentativas aí… a gente ganha em conteúdo.
Holiday On Ice - Mickey Junkies
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Ainda ontem numa conversa de bar com um amigo falávamos em meio a tantos retornos, de gosto até duvidoso, que seria bom se o Verve voltasse. E não é que a boa notícia não tardou ?
José González é sueco, filho de argentinos, e nascido e criado em Gotemburgo. O jovem cantor é um dos novos talentos da boa safra de música pop e folk na Suécia e carrega referências de Nick Drake, João Gilberto e Elliott Smith. No entanto, a música de Gonzalez e seu violão também trafegam por outras praias. Leia mais
Na semana em que Peter Hook desembarca nessa terra pra continuar em três datas a sua empreitada como DJ, termina de vazar a notícia que os fãs argentinos ouviram na passagem do grupo por lá: parece que acabou.
Acontece nos próximos dias 18, 19 e 20 de maio na Cinemateca Brasileira em SP a décima edição brasileira do Resfest, a já tradicional mostra de cinema e arte digital que contará com shows de Miho Hatori, My Brightest Diamond e Akron/Family. Leia mais

Neste mesmo final de semana (5 e 6 de Maio) do famigerado “cerveja beats” rola um rebuliço cabuloso aqui em São Paulo: é a Virada Cultural, que pelo terceiro ano acontece, e ao nosso ver não desaparece mais. Tomara. Leia mais





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