Em meio às novidades de 2007, a Numark resolveu dar um upgrade à seu consagrado (e injustiçado) toca-discos: a Numark TTX USB é uma revisão que conserta pequenos problemas e adiciona, lógico, uma saída à USB.
Apesar da tradição das Technics MK2, a Numark TTX é um toca-discos com muitos recursos interessantes, como time stretch (master tempo), saídas de áudio digital com cabos destacáveis, braço intercambiável (reto e em “S”) e ajustes para start/brake e do alcance do pitch, que é digital. O site Skratchworx fez um review completo da Numark TTX USB, com muitas fotos (em inglês). Resumindo: a atualização compensou, graças às pequenas melhorias feitas no modelo ao longo dos anos.
O curioso é que, ao mesmo tempo em que ela joga algumas novidades no saturado universo do vinil, ela facilita a migração dos DJs para o mundo digital, ao oferecer a converão das bolachas pretas para mp3. Fazemos a pergunta: será que a intenção é forçar a migração dos DJs “velha guarda” para os arquivos digitais? Entre nos comentários e responda!
Leia também no Submusica
27 comentários para "Numark TTX USB: revigorando ou matando o velho e bom vinil?"
-
Joaquim Cutrim disse em 13/11/2007:
Acho que não, a intenção não é migrar DJ’s para o digital. Quem que disse que tudo tem que ser digital? Porque temos que aceitar a lavagem cerebral da publicidade industrial (cujo motivo é o lucro) para ficarmos sempre migrando dessa para aquela ou outra tecnologia, a pretexto de uma “evolução”? Não existem tecnologias 100% melhores do que a anterior, sempre há falhas. E não existe tecnologia antiga, existe tecnologia inadequada para o fim que se destina. Vejam os amplificadores: os melhores do mundo são a válvula. A válvula é fabricada até hoje e evoluiu. Agora é coisa especial, não é mais coisa comercial. Os atrativos do vinil são uns: resolução máxima de áudio (uma “amostragem infinita”)graves, maciez no som, calor… As capas bonitas, os encartes, a beleza do próprio vinil, vinil em cores, durabilidade indeterminada (o trabalho do artista pode ser visto e ouvido daqui a um século ou mais), o vinil pode se prestar a ser um livro, pois a letra é grande…etc… O CD: portabilidade, médios e agudos bem altos, facilidade de cópia, cada CD é um master, ocupa menos espaço (para quem se importa com espaço), pode ser ouvido no carro, requer menos cuidado no manuseio (mas não se pode engordurá-lo com as mãos, pode oxidar a reflective layer) alta faixa dinâmica, maior programa musical, set de gravação mais barato do que um analógico, maior facilidade de controle na masterização, etc… É a diversividade, vai depender do gosto e perfil do usuário. Vamos acabar com essa cultura besta de substituição, porque nem tudo que é novo é realmente avanço - a indústria mente - a verdade só fica na cabeça dos engenheiros. Na época da propaganda do CD na boca do cachorro alguém disse que CD oxidava? Que podia vir com fungo? Contaminação industrial? Alguém disse que seus dados recriavam uma senóide simulada, nunca o sinal original, aquela senóide que está espelhada dentro do vinil? Não. Pois é. Mas o CD é puro de som. Então sempre terá seus fãs. Enquanto isso, o vinil traz tudo, é o espelho do som real, do sinal de áudio original, transduzido para o seu interior, a própria materialização da onda sonora. Ambos tem seus fãs, é por isso que, conscientes do valor de cada mídia, ninguém vai migrar pra lado nenhum: vai apenas haver democracia e não uma imposição da indústria para que se deva curtir esta ou aquela mídia. Joaquim M. Cutrim, blog “vinilnaveia”.
-
Dudu P disse em 13/11/2007:
Joaquim,
Você precisa se informar um pouco mais. Tudo bem você gostar de vinil, afinal, pelo nome do seu blog já vemos que você é fã e dificilmente será convencido do contrário. Mas seja imparcial nas suas colocações e justificativas da sua paixão.
Ser um colecionador de vinis e amá-los não tem nada, nada de errado. Cada um de nós tem suas paixões, uns colecionam selos, outros latas de cerveja, outros preferem gastar tudo com drogas, e outros preferem gastar com sorvetes.
Não confunda o hummer do vinil (que é um artefato inserido pelo disco de vinil) om maior capcidade de graves. O motivo do CD surgir foi justamente a fidelidade sonora das gravações. Seu primeiro público foi o segmento de música clássica e instrumental, um povo reconhecidamente que é muito mais exigente do que a grande maioria. Não existem mais discos de vinil para este segmento há décadas.
Música eletrônica, pop e rock são as piores coisas para se medir fidelidade acústica. São sons processados, comprimidos e manipulados digitalmente, e neste processo eles são manipulados de forma artificial para obter outros resultados.
Pegue como exemplo, na cultura da música eletronica, material que foi feito anos e anos atrás, quando só se pensava em vinil, grave eles usando uma boa placa de som como muitas das que temos disponiveis hoje em dia. Os graves somem. Porque? Porque o som era masterizado já levando em conta o hummer dos toca discos, que sempre existem, mesmo os que você não escuta, apenas sente quando de frente a um bom par de caixas de som.
Atualmente, você pega artistas que produzem estes mesmos estilos, e o som sai com muito mais graves em qualquer lugar. Porque? Porque houve uma preocupação em inserir frequencias mais baixas para que se possa atingir o resultado que antes dependia da mídia física. A diferença está aí: hoje conseguimos graves mais puros e fiéis em qualquer sistema de som que se preze, independente da mídia utilizada para reproduzir.
Você fala de não adesão à indústria, mas fabricantes de equipamentos são apenas supridores de demanda. Eles fazem equipamentos para atender a necessidade de consumidores que querem aquilo que eles vão produzir. Se não for assim, o produto encalha. Na história de equipamentos para DJs, existem dezenas de aparelhos que micaram (tape deck com pitch, alguém se lembra), e nunca houve um aparelho que mudasse o mercado.
A Numark não fabrica discos de vinil. Quem os fabrica são os selos, as majors. E elas também não conseguem impor formatos. Laser Disc foi coisa pra poucos. Blue Ray e HD-DVD estão aí na maior correria pra ver se conseguem substituir o DVD, sem sucesso, é coisa pra poucos, e não se justifica ainda a compra deles.
A indústria musical é que conseguiu lavar a cabeça de muitos a ponto deles amarem mais o disco do que a música que os contém. E a cegueira é tão grande que as pessoas não se tocam que 99% do que é produzido hoje em vinil ou CD foi um arquivo WAV, digital, antes de mais nada.
O problema, como você pode acompanhar em outras matérias que temos aqui no Submusica, é que a partir do momento que a gravadora perde a capinha, o encarte e a bolacha, qualquer um pode vender música, inclusive o proprio artista atrav’s de seu site, como acontece agora com o Radiohead e tantos outros que vamos ver. E aí, qual é o papel do selo ou gravadora?
Estamos numa época em que transporte custa caro, papel, plástico, vinil, tudo isso vira lixo depois de um tempo. Sim, o CD pega fungo, mas disco empena, deforma, arranha, e pior, ele permite que você ouça uma música em qualidade ruim sem você perceber. Se tem uam coisa que me fez amar um CD é que você ou escuta a música do jeito que ela foi concebida, ou então não escuta.
Comprar agulha? Agulha é coisa de costureira! Limpar disco com sabão e deixar secar no sol? Virar ele pra tocar o outro lado? Imagino como seria a minha vida no trabalho hoje, se não pudesse ligar um iPod ou memso um discman e escutar música por uma hora sem interrupção.
De novo: ser colecionador é legal, cada um faz o que quer. Mas não seja cego. Assuma sua paixão porque você gosta. Mas não coloque chifres em cabeça de cavalo. Eu posso gostar muito mais de um fusquinha do que de uma ferrari, mas de jeito e maneira posso afirmar que um fusquinha é mais carro que uma ferrari.
Se você tiver dúvidas, vamos conversando. A gente pode montar um laboratório aqui em casa e fazer todos os testes. Eu consigo provar tudo que estou falando e podemos publicar o resultado aqui no Submusica pros leitores ficarem mais informados.
Afinal, este é o objetivo maior deste site: informar corretamente!
-
Joaquim Cutrim disse em 14/11/2007:
Caro Dudu,
Veja, não vamos levar para o lado pessoal… Essa é apenas a minha opinião, embora bem comprida. A forma como falo, convincente, é apenas meu estilo. Devemos respeitar as opiniões, antes de tudo. V. já sai dizendo que estou desinformado, não é assim que se trata um desconhecido.
Bom, deixando o respingo no lado pessoal, vamos lá, a bem da boa polêmica, afinal o interessante são os argumentos.
Sou bem informado sim. Meu blog foi fruto de 01 ano de pesquisa e contato com engenheiros de áudio, do Brasil e do exterior. E há 03 anos pesquiso o tema. O nome do blog é apenas o nome do blog, uma brincadeira apenas, bem coerente com a minha personalidade. Quanto a ficar ou não convencido do contrário, gostaria, mas até agora ainda não apareceu nenhum cientista ou engenheiro para dizer que quantização não gera erro. O dia que aparecer, aí eu direi que digitalização não é sinônimo de simulação. Quanto a ser parcial ou imparcial, isso aí já é uma questão de personalidade: eu prefiro ser verdadeiro, fiel a mim, portanto parcial. Não sou juiz, para pretender ser imparcial.
Agora na técnica: a palavra técnica é ‘humming” e não hummer. E humming não é isso, você é que está confundindo, não eu. Além do que, humming não é ‘artefato’. O que v. quer dizer com humming é na realidade uma ‘zoada’ (termo técnico usado em eletrônica) para retratar a falta de aterramento ou zoada provocada por falta de blindagem correta ou isolamento incorreto ou defeituoso. Isso é humming. Agora o que v. pretendeu demonstrar é relação sinal-ruído ou por outro ângulo, faixa dinâmica. E isso não é introduzido, é tão somente uma limitação dessa ou daquela mídia. Quanto aos motivos da Sony-Philips na introdução do CD, claro, foram comerciais, afinal, com a novidade uma grande faixa iria trocar seus toca-discos por toca-CD e seus LP’s por CD’s, e com o alto preço de lançamento, isso significaria altíssimos lucros. E justificaria mentiras e inclusive uma fraude conhecida na última produção de LP’s: Inseriram defeitos em uma prensagem de LP’s justamente nessa época de lançamento. Da safadeza da indústria eu não tenho dúvida e não discuto. Quanto a v. dizer que o primeiro público alvo do CD foi o seguimento da música clássica e instrumental, não tenho dúvida: Eles tinham primeiro que convencer os audiófilos, mas não convenceram todos. Isso é fato. Agora você está enganado quando diz que LP’s não são produzidos para o mundo audiófilo há décadas. Os LP’s para audiófilos – os 160 gramas, 180 gramas e 200 gramas estão sendo produzidos desde que o LP estéreo nasceu, em 1948. De lá para cá, só se tem aprimorado as técnicas e a última delas é o corte direto no cobre pirofosfato. Há vários sites de LP’s para audiófilos, um exemplo é o da http://www.elusivediscos.com No site http://www.analoglovers.com você também, além de encontrar a decadência do áudio, encontrará vários sites de audiófilo. E nada mais impactante que a saúde comercial das agulhas vendidadas no site da http://www.needledoctor.com inclusive as moving coils, as mais caras do mercado, o que demonstra claramente que o mercado audiófilo nunca parou e só evoluiu. (O problema é que o Brasil é a África do áudio). Vamos adiante: o CD não tem fidelidade, tem pureza de som. Se ele não consegue replicar o sinal sonoro analógico com 100% de integralidade, ele não é fiel, pois fiel é sinônimo de igual, assim como analógico vem de ana=igual e logos,= lógico, ou seja, logicamente igual. Logicamente porque é matematicamente igual ao estímulo introduzido na bobina do microfone na etapa de transdução. Todos os níveis elétricos em milivolts que a bobina do microfone recebeu serão replicados fisicamente nos sulcos e estes, por sua vez, far-se-ão replicar na bobina da cápsula, nos circuitos até chegar nos alto-falantes. Ou seja, se a senóide tinha em uma determinado pico de onda de um harmônico 1,07 mv, essa representação elétrica estará amplificada proporcionalmente nos alto-falantes. Já na conversão digital AD, como o sistema é limitado a valores exatos e não quebrados de 0 e 1, o que se tem é uma simulação de onda, algo parecido, mas não igual. Mesmo que a amostragem suba para valores altos, seja o método PCM ou Sigma-Delta em Áudio, 16 bits, 24 bits ou 1 bit, no caso dela estar em Mhz, sempre haverá perdas (erros de quantização) e ruído a ser distribuído aleatoriamente (erro de dithering). Quem mais próximo chegou foi o SACD, mas é um CD de dados (não é 16 de bits!). Veja em http://www.analoglovers.com/page13.html
Não me baseio em música pop. Nem me baseio em música escutada para firmar os argumentos mais profundos: me baseio em eletrônica digital e analógica e em ciência do áudio digital. Tudo isso que v. fala, de compressores analógicos, digitais, eu sei. Sei também que os técnicos de áudio são levados a produzir sujeira sonora contra a própria vontade. Mas não é isso, não é esse o ponto. Adiante: quando v. fala em gravação em placa de som e que não saem bons graves porque era tudo masterizado, está havendo uma confusão que não teria nem como começar a te explicar. É melhor v. buscar entender mais sobre gravações, física do som e eletrônica de áudio. Não faz sentido o que v. fala. Na realidade, os graves digitalizados são baixos porque na senóide original tem muita informação que não pode conter na quantização, seja de que amostragem for. O que contém em um sulco de um LP jamais poderá ir parar em uma memória flash ou em setores de bits de um CD. É impossível, do ponto de vista físico, já que a senóide original é uma seqüência indivisível de valores limitados à representação de um intervalo de freqüências determinado. É uma reta indivisível que serpenteia. Na prática, os graves do CD começam e terminam logo: pode testar com a mesma música. E baixinho, para não haver a desculpa da ressonância ou do air born. E sobre fidelidade, já se falou: o CD pretende uma fidelidade de aparência por semelhança. O vinil é fidelidade de essência. No CD há um exemplo do sinal. No vinil, há um espelho do sinal. Adiante: Fabricantes (não todos, mas a grande maioria) não são honestos. Se entre falar a verdade e não vender, e não falar a verdade e vender, eles ficam com a segunda. São desonestos, empurram ‘novidades’ porque não querem deixar a margem de lucro cair. O CD quando foi lançado era caro, mas mesmo assim começava a vender muito. Era um troca-troca de tecnologia. É ingenuidade acreditar no contrário. V. já assistiu ao filme-documentário em DVD “Quem matou o carro elétrico?” Não existe exemplo melhor para retratar a banda podre da indústria. Tape Decks: evoluíram muito e continuam a ser fabricados no 1º mundo. Hoje o ajuste do azimuth é automático, por exemplo. Basta colocar no Google tape decks e cair nas lojas estrangeiras. Existem tape-decks com MD incorporado. Tem muita coisa em Tape deck, hoje. Que a Numark não fabrica vinis, é obvio, meu caro. Quem não conhece o site da Numark… V. disse: foi produzido em WAV antes de ser prensado em LP? Não é verdade. Isso só foi ocorrer na fase histórica das gravações onde a digitalização passou a ficar disponível para os estúdios, não antes de 1980. Até aí tudo era AAA. (E como era bom!). Agora não diga que a lavagem cerebral é ao contrário, não é assim. A relação que um ser humano pode ter com um disco, com um objeto e a música que nele está em conserva, é de várias naturezas, mista, plural, e não como você está concebendo. Tanto existem aqueles que não se importam com o objeto musical e a cultura que ele agrega, quanto existem aqueles que extraem o conjunto. Um não exclui o outro, jamais, sob o risco de sermos maniqueístas. Agora o problema da música baixada em download: Não sou contra, de jeito nenhum. Mas pretender tirar o prazer da fisicalidade das coisas, da admiração por um objeto isso é ir de encontro com a natureza da diversidade humana. Faz parte da vida material a existência física das coisas, ninguém é obrigado a guardar eletricidade ou gostar só de eletricidade. Não sou contra quem guarda eletricidade dizendo que é foto ou que guarda eletricidade dizendo que é música. É como o povo diz: cada qual com seu cada qual. Agora tenha certeza que muitos acham indispensável a presença física das coisas. Quanto ao meio ambiente, é só produzir com responsabilidade, com sustentabilidade. Vinil vira lixo? Olha rapaz, eu nunca vi um produto que passa tanto de mãos em mãos quanto um vinil… Tá p’ra aparecer. Os estoques dos sebos estão sempre se renovando. É um dos produtos mais ecológicos que eu conheço, pois como sua construção é simples, a matéria de que é formado é única, PVC, ele é super estável, desde que bem tratado. Não oxida… Ri para o fungo… Eu tenho vinis de 1955… Tocando com médios e agudos bem definidos. A tecnologia de fazer toca-los e simples, v. pode fabricar seu toca-discos ou bolar um “gramofone” com uma agulha simples e um cone de papel. Não depende de energia, só da sua… rs rs. Agora discos ópticos são mídias complexas, policarbonato + phatalocianina ou cianina, Formazan ou Azo Metalic + alumínio ou ouro de 24 quilates, se o CD for de audiófilo ou de segurança máxima. Mas tirando o ouro, a camada refletiva está exposta ao oxigênio do ar e às mãos humanas. Só o tempo dirá se os discos ópticos da nossa época vão resistir 60, 70 ou 100 anos. Só o tempo dirá. E espero que haja tecnologia para mantê-los tocando, é claro, pois nem todos serão repassados para novas mídias. Um vinil bem cuidado toca bem e ponto, isso todo mundo sabe. E às vezes é preferível ouvir um vinil arranhadíssimo, cheio de “batata frita”, porque nele contém Música, a escutar certos CD’s de hoje, onde só se escuta besteira. Agora v. falou uma coisa em completo desconhecimento de causa: Você disse que “SE tem uma coisa que me fez amar o CD é que você ou escuta uma música em um CD do jeito que ela foi concebida ou você não escuta”. Bom, pelo visto v. não sabe o que é sampling error na fase do DAC – digital analog converter, ou seja, os sampleamentos feitos na hora da leitura. Na hora da leitura das trilhas do CD, podem haver erros, ou cometidos pela leitora, já com sua pontaria imprecisa pelo amolecimento ou enfraquecimento de suas molas ou mesmo por oxidação da camada refletiva, isso nos CD’s Worms. Nessa situação, quando a leitora erra um pit ou um não-pit, ela sampleia (interpola) o dado vizinho. E essas interpolações ou cópia de exemplos podem variar, a cada leitura: ou seja, um CD nunca é lido da mesma maneira no decorrer da sua vida, e na realidade, não certamente por sua culpa, mas por culpa da degradação da leitora. O que vale dizer que a cada escuta v. está escutando uma coisa diferente, mesmo que você não perceba. É por isso é que digo, logo no começo do meu blog que o sistema digital como um todo não é honesto, pois v. nunca sabe quando ele está te enganando. Quem toca, na realidade, é o conjunto leitora-processador, e não o CD, que é um depósito de números em forma de pits e não-pits. Cada leitora e cada processador tem uma taxa de sampling error, o que os fazem mais ou menos caros. Mas nenhum deles vai além de 200 bler (Block error rate) (taxa de erro de bloco ou setores), onde o CD pára simplesmente e não toca mais. Quanto ao que afirma sobre agulhas, limpeza de LP’s e a forma como v. se relaciona com a música, é melhor respeitar a cultura dos outros, aliás, dos milhares de outros. Ninguém é obrigado a gostar de um “Ih! – Pode?”, um troço que não produz música, senão algumas faixas de freqüência musical, míseras. Mas eu nunca critiquei gratuitamente que gosta de Ih-Pode! E em relação a cegueira ou não, não respondo grosseria. Devemos sim respeitar opiniões e não galgar para o lado pessoal, pois isto já é apelar por falta de argumento. Este assunto já dou por encerrado, pois não se conduziu como devia, e aquele que quiser conhecer minhas pesquisas – lá tem 90% de pesquisa para 10% de opinião, pode ler o meu blog, colocando no buscador, ‘vinilnaveia’. Ass: Joaquim. -
Dudu P disse em 14/11/2007:
Cara, mil desculpas, mas você vem aqui no site, pega uma nota simples sobre um toca discos novo e vem falar um monte de abobrinhas.Olha o tamanho dos seus comentários. Vê se isso não é coisa de alguém extremamente passional?
Eu deveria simplesmente deletar esses seus comentários. Mas não vou. Fica aí pra quem tiver paciência de ler. Eu mesmo não acredito que estou aqui a esta hora perdendo o meu tempo com isso. Mas vamos lá, estou aqui dando atenção pra sua causa santa.
Antes de responder, eu fui ver os seus blogs, fui ver quem é que estava por trás dos comentários, como sempre procuro fazer. Se você se ofendeu, não era pra tanto. É que provavelmente a carapuça serviu e você não gostou.
Acho que você está navegando no site errado. O lugar pra debates de especificidades técnicas e mediçao milimetral peniana não é aqui, cara. Este é um lugar dedicado a quem faz, toca e compra música. Recomendo fortemente você procurar um site como o Wikipédia e colocar suas colaborações por lá, é o tipico lugar ideal para esse tipo de pentelhação.
E desculpa, mas um blog que diz que logo abaixo do titulo que “em pleno século 21 o Brasil ainda não conhece vinil e fita cassete”, eu nem tenho o que comentar. Fica aí pro leitor que quiser ver.
PS: A Grécia fica na Europa, portanto quando você diz “europeus”, já está incluindo “gregos”
-
Akzel disse em 14/11/2007:
Eu só quero dizer que o vinil *NÃO É* ecológico.
Ele é feito de petróleo, e os BONS vinis não são feitos de material reciclado… Eu tenho uma porrada de vinis aqui em casa e tenho consciência de que não são a melhor coisa para o planeta. Dizer que vinil é ecológico vai além do risível e passa para o muito insensato.
Ah sim, e eles fungam sim. E se deixar empilhados empenam, e se deixar no Sol empena também… Ou seja, não são tãooo eternos. Mas nada que nos separe deles, não é mesmo?
Ah sim, e agudos super bem definidos e um vinil de 50 anos? MEUS PARABÉNS, porque só você tem esse disco, hahaha.
* * *
Joaquim, que estilo musical você ouve? Só por curiosidade mesmo!
* * *
Olha, vou pegar mais um pouco no seu pé agora… Dizer que o sampling error do CD degrada a sua experiência musical é meio ridículo dizendo que é culpa da “deterioração da leitora”. *news flash* leitores funcionam OU NÃO, porém agulhas ficam velhas e ferradas. Prefiro um leitor binário do que uma agulha velha, pode apostar!
Dizer que “E às vezes é preferível ouvir um vinil arranhadíssimo, cheio de “batata frita”, porque nele contém Música, a escutar certos CD’s de hoje, onde só se escuta besteira.” é patético. É dizer que a mídia é mais importante que o conteúdo, ou que só sai besteira em CD… Eu posso te mandar uma dúzia de vinis que deixaria qualquer um de cabelo em pé pelo seu péssimo conteúdo musical. Tá vendo só Joaquim, se você quiser ser técnico, seja, é sempre legal, mas tentar justificar com pseudo-técnica a sua paixão pelos vinis é ridículo. E digo isso sendo um dos amantes do vinil tbm!!!
* * *
Vou deixar o flame war de lado, mas como estou em casa aqui, vou me dar ao luxo de colocar o pé em cima da mesa e relaxadamente comentar: Se você fez tanta pesquisa, por favor, volta lá e faz tudo de novo. Ou pelo menos dá uma respirada e veja como você está soando como um psicopata alucinado nesse seu post/comment.
-
Akzel disse em 14/11/2007:
Não, é sério, vinis NÃO SÃO ecológicos.
Aliás, é uma boa bandeira essa, não é? Fazer CDs de plástico (reciclado, claro) ou vinis de petróleo (até pq eu nunca vi ninguém levar vinis velhos pra reciclagem, mesmo que alguns precisem hehe)?
Mas é por isso que eu digo sempre: Telefone BOM MESMO são os antigões. Os novos, vc sabe, são digitais e a ligação perde mto as nuances mais sutis que qualquer cachorro treinado é capaz de ouvir. Nossas vozes são brutalmente digitalizadas e transformadas em frios e insensíveis bits e bytes. Não, antigamente nossa voz virava uma onda perfeita, e flutuavam pelos cabos de cobre sem degradação e chegavam no destino límpidas e macias, puras ondas sonoras. Não sei como em pleno século XXI as pessoas usam telefones digitais quando em algum lugar da Grécia alguém ainda usa telefones à base de pulsos…
-
Dudu P disse em 14/11/2007:
Extraído da rádio Chatterbox, do game Grand Theft Auto III:
(…)
Lazlow: “Alright, thanks caller. Ants, killer bees, fat people, what’s plaguing you? Call now! Chatterbox, hello, you’re on the air…”
Caller: “Err yes…I’d like to say something about these damn people on trains and busses in this city who yammer on and on into their cell phones. I’m really glad to hear about what your having for dinner! What we should do, is herd them up, and put them on an island. I am the President of a group called Citizens Raging Against Phones.”
Lazlow: “CRAP?!?”
Caller: “Exactly!”
Lazlow: “Your organization’s called ‘crap,’…wh…what kind of moron are you…you wanna round people up for using a phone?!? But you…your calling up on a phone t…to tell the world about it! I…I mean, how many people are there in this ‘crap’?”
Caller: “Citizens are raging against phones, Lazlow!!”
Lazlow: “How many people?”
Caller: “There are three of us. It’s hard organizing meetings without the phones though. We’ve had to resort to carrier pigeons, and they keep disappearing.”
Lazlow: “What are you speaking to me on? What…what’s that in your hand?”
Caller: “I am not the problem! You are! And you’re perpetuating the downfall of mankind! Liberty City was great before phones ruined everything.”
Lazlow: “Liberty City was a church, a cow pasture and 3 houses when the telephone was invented!”
Caller: “Liar!!”
Lazlow: “You’re the liar!”
Caller: “Liar, liar, pants on fire!”
Lazlow: “What are…are you three years old?!?”
Caller: “Lazlow’s a liar, Lazlow’s a liar!! I bet that isn’t even your real name”
Lazlow: “Shut up!!”
Caller: “You shut up!!”
Lazlow: “Stupid!”
Caller: “Nanny nanny boo-boo, stick your head in doo-doo!”
Lazlow: “Ohh…we’re going to commercials!”
-
Cybass disse em 14/11/2007:
Palavras de um ateu: Só jesus salva
-
Dudu P disse em 14/11/2007:
Gente, peraí, pára tudo: quem foi que trouxe CD pra conversa? CD é UMA MERDA, tá todo mundo careca de saber disso.
Mas como disse o intelectual acima, o iPod é uma bosta também.
Rapaz, o Joaquim é uma figura. Ele deve estar se cagando de rir da gente agora. Ele é um tremendo de um brincalhão.
“Joaquim, o senhor é um FANFARRÃO!”
-
Joaquim Cutrim disse em 14/11/2007:
Não sabia que v. era o dono do site. Fique à vontade para apagar tudo. O tamanho do texto é grande, é bem verdade, mas foi para combater ponto a ponto do que você falou. Meus argumentos são científicos e não pessoais. Pensei que neste site as pessoas gostassem de debater tecnicamente, mas acho que gostam é de “bater”. Agora já que estou aqui farei um último comentário do que li: uma agulha, que dura em média 500 horas, não vira lixo tão fácil quanto uma leitora, que dura em média muito pouco, talvez uns 5 anos. A lente opaca de fungos e as molas perdem efeito fazendo ela perder o foco. Uma cápsula de toca discos tem durabilidade indefinida, mas se recomenda a troca em 10 anos e até por questões de avanço em tecnologia. Vinil só empena se v. colocá-lo propositadamente no sol ou diante de fonte de calor. Mas ninguém faz isso, nem um singelo e simplório camponês. O vinil dá fungo e bactérias se guardado na ausência de luz por muito tempo, mas aí é só lavar que tá novo, é que nem xícara… rs rs. Agora compare o lixinho que é uma agulhinha de diamante e uma leitora, principalmente essas chinesas que pipocam por aí. Agora para finalizar: Se estou no site errado, já saí. Você pediu para comentar a Numark levantando a possibilidade de “migração” dos DJ’s do vinil (fã de vinil é fiel). (E repare que NÃO HAVIA NENHUM POST ANTES DO MEU! 0 Post! Esse tema estava às moscas. V. devia era me agradecer, ora! Rapidinho apareceram um monte de posts.)Ora, eu usei a minha liberdade de expressão e conhecimento e não sou superficial, percebeu? Escrevo com riqueza de detalhes úteis. Incomodo. E quem não nasceu para incomodar nem devia ter nascido - já dizia Nélson Rodrigues. Agora você não pode castrar a forma das respostas das pessoas, querer que sejam iguais a v. ou ao seu universo social. Isso não seria democrático. Formatar respostas. E seria medo de enfrentar o diferente. O seu site é aberto, é chegou; escreveu. Por isso entrei e escrevi, fiz errado? Agora querer que eu escrevesse como v. pretendia, impossível. Até pela minha idade e experiência. Mas eu já estou de saída porque já vi que é um site que se comporta mais como um clube de amigos onde já saíram em defesa do dono. Não é um local de isenção, nem de amor pelo conhecimento - que se produz com debate; é um local passional, ao contrário do que falaram. Tanto que ninguém combateu tecnicamente nenhum argumento meu. Sabe porque? Porque ninguém lê nada sobre esse assunto, só isso. Nada contra. Agora se v. quiser deletar como falou, então delete tudo que escrevi desde o início e voltem a suas calmarias. Sem ameaças ideológicas. Um local de amantes do som analógico-digitalizado, sem problemas, sem problemas. Podem apagar tudo e esquecer que houve um grande incômodo no forum de bate papo.
-
Lucio K disse em 14/11/2007:
Joaquim, o vinil aprisiona as pessoas, só o digital salva!!! Não seja escravo!
Palavra de quem tem 19 anos estudando, ou melhor - usando na prática - vinil.
pra terminar, uma pequena poesia de improviso:Ao gringo sou SERVIL
meu repertório é SENIL
musica nacional? tá dificil.
e o dinheiro que tinha, SUMIU
(são os impostos, putaquepariu!)
tudo isso porque insisto em usar VINIL…
…no Brasil! -
Dudu P disse em 14/11/2007:

-
Cybass disse em 14/11/2007:
Não adianta discutir com um seguidor de Maomé
-
Joaquim Cutrim disse em 14/11/2007:
“Ohhhh, então a partir de agora declaro o CD como meu único salvador, perdoando todos os meus pecados analógicos e impudicícias”… E que ele me conduza ao prazer eterno de escutar…”, “Oh salve minha alma impura de batatas fritas”…
-
Joaquim Cutrim disse em 14/11/2007:
“… e eu tenho 36 anos escutando essas batatas fritas vinílicas…, sou do tempo de estréia de Rock The Boat…”
-
Lucio K disse em 14/11/2007:
quem falou em cd? deus me livre tambem.
-
Dudu P disse em 14/11/2007:
Cara, o Joaquim tá tirando onda com a gente. Ninguém falou em CD no post lá em cima, ele que cismou com isso.
Eu por exemplo não compro CDs desde 1999, os últimos que eu tive foram o do Autoload e do Gorillaz, que ganhei no finado Dotz, e que tudo que fiz foi ripar e passar pro mp3 player.
E o mais irado, este ano eu me desfiz dos toca-discos mas ainda assim comprei cerca de 10 discos de vinil, aliás ainda preciso buscar dois que comprei e ainda não peguei. E sim, planejo comprar toca discos novamente, como todo mundo tá careca de saber, só que no momento minhas prioridades são outras.
Mas, vamos lá, isso aqui tá comédia. Eu nunca ri tanto na minha vida. Dei até um Troféu Piccard pro Joaquim no comentário 12, só a elite consegue ganhar um desses!
-
Dudu P disse em 14/11/2007:
Bom, acho que descolei uma imagem que explica bem o ponto de vista do Joaquim:

-
Joaquim Cutrim disse em 14/11/2007:
rs rs
-
marcelo silva disse em 15/11/2007:
Estou a procura de um mixer da Numark, o DXM06. Poderiam me indicar, onde psso adquiri-lo com melhor preço?
Obrigado pela atenção,Marcelo Silva
-
Dudu P disse em 16/11/2007:
Marcelo, fala com o pessoal da DJ Ban: http://djban.com/lojavip
-
Joaquim Cutrim disse em 17/11/2007:
(Caro dono do Site, Sr. Dudu: Me Dou ao Direito de Resposta, pelas ofensas do Sr. Akzel): AKZEL, você é um otário. Otário e agressivo, sabia? Qual é o direito que v. tem de chamar quem v. não conhece de psicopata? V. é um OTÁRIO, ouviu? Ridículo e patético também é você, que não tem competência para combater um comentário com inteligência. Você não tem competência para escrever meia linha do que eu escrevi no meu blog técnico.
-
Joaquim disse em 17/11/2007:
Não tinha lido a besteira que v. escreveu, caro Dudu…
“Em pleno século 21 o Brasil ainda não conhece vinil e fita cassete” = Não conhece, nem você! Quando falo isso é que o Brasil não sabe que ainda se produz vinil no 1º mundo e que não conhece o vinil cortado pelo método DMM.
V. disse: “A Grécia fica na Europa, portanto quando você diz “europeus”, já está incluindo “gregos”. No meu blog, falo especialmente a Grécia, por causa do Clube de Atenas. V. conhece o Clube de Atenas? Claro que não, v. não lê nada sobre áudio de alta fidelidade, categoria audiofilia…
“passional”: Passional significa verdadeiro, envolvido. Passional não é sinônimo de “amadorismo”, ok? Ser apaixonado pelo que faz ou defende é a diferença entre os bem sucedidos e os mal sucedidos.
“abobrinhas.” “paciência de ler”, “perdendo o meu tempo causa santa”, “pentelhação”:
Veja: Se o que escrevi são abobrinhas, pentelhação, porque você não deleta? porque não apaga tudo que escrevi? Vai ficar se aproveitando da minha aula? Ah, já sei a resposta: É porque tá dando “audiência” para o seu site, está lhe dando acessos, né? Afinal de contas esse teu tópico tinha ZERO POST!!! E v. não tem nada pra ensinar pra ninguém; agora tem pessoas de fora lendo e querendo aprender - comigo, é claro, né??? Então deleta, vai ficar fazendo dois pesos e duas medidas? Morde e assopra? Diz que é abobrinha e mantém os textos? Claro, v. não vai tirar, afinal v. precisa dos acessos e ninguém tinha escrito nada útil neste tópico. Aliás, todos os comentários contra mim foram - isso sim - passionalmente agressivos e despropositados! Entrei e dei a minha opinião, numa visão minha, ampla. V. não gostou porque é apaixonado por digital e aí deu no que deu - festival de agressões.E Veja bem: Não fui eu quem começou a falar em termo técnico, v. é que veio com história de “hummer” do vinil, aí… provocou… e tomou um furacão de aula de áudio.
Saber ouvir com humildade e aceitar que o outro tem mais conhecimento que v. é uma virtude rara nas pessoas. E saber respeitar pessoas as quais está entrando em contato com a primeira vez, é outra qualidade rara no ser humano hoje. Pois bem, a oportunidade está aí: Retire o que considera lixo do seu tópico santo e continue a comemorar suas bravatas com seus amiguinhos, senhor todo poderoso dono do site. (Sem mágoas, um abraço - afinal estou no meu direito de resposta, né?).
Se você se ofendeu, não era pra tanto.
carapuça
especificidades técnicas -
Joaquim disse em 17/11/2007:
Ih, quase esqueci: Fita Cassette: Por que o Brasil não conhece? Porque não sabe que a fita cassette evoluiu nestes quase 20 anos de digital e a fita dióxido de ferro de hoje, não é a mesma fita dióxido de ferro de 20 anos atrás: Hoje ela reproduz igual a uma dióxido de cromo, porque hoje as suas partículas são quimicamente tratadas. E isso resulta em excelentes agudos e graves. O Brasil (falo o pessoal comum, senso comum) nem sabe que, além de continuarem a ser produzidos no 1º mundo, os Tape Decks evoluíram, por exemplo, uns vem com Fita-CD juntos, outros com Fita-MD juntos… a maioria com ajuste automático de azimuth… pois é. Então falo COM conhecimento de causa!
-
Dudu P disse em 18/11/2007:
Joaquim,
Chega. Morra.
-
Akzel disse em 21/11/2007:
Falando desse jeito eu vou ficar com mais medo ainda Joaquim, hahaha… Soar como um psicopata e ser um é bem diferente (eu acho!).
Posso até te visualizar batendo o pé no chão, dando os pulinhos. Se controla, cara…
Ah sim, e colocar MD e fita cassete no mesmo barco? Pois é, acho que NUNCA conseguirei escrever uma única linha tão “técnica” e profunda como você, por isso concordo com o Dudu em fechar a discussão.
Foi bom estar com vocês, brincar com vocês…….. Mas sabe como é. O mundo gira, as tecnologias mudam e os posts andam. Get a life.
-
Numark TTI, o toca-discos de vinil com iPod integrado disse em 18/01/2008:
[...] está vendo na foto. Um toca-discos com dock pra iPod. Já não bastasse a recém-lançada TTX-USB (cujo post terminou num barraco sem nexo que eu choro de rir quando leio), agora a barreira da preguiça de ligar o cabo USB até o computador foi [...]
+0
+0
+0
+0
+0
+0
+0
+0
+0
+0
+0
+0
+0
+0
+0
+0
+0
+1
+0
+0
+0
+0
+0
+0
+0
+0
+0
Desculpe mas não é possível fazer comentários neste momento.




(12 votos)