Submusica 2.0

O novo Traktor Scratch, da Native Instruments
E chegou a hora de falar da tecnologia que ajudou a virar o mercado fonográfico de ponta-cabeça: os simuladores de vinil. No ringue, quatro grandes fabricantes e uma disputa acirrada. Final Scratch, Serato, Torq ou Traktor Scratch: qual o melhor? Quais as vantagens e desvantagens de cada um? Estas e outras dúvidas você tira aqui.

Discotecar usando um computador? Ah, dá um tempo…

Antes de mais nada, vamos entender como a coisa funciona, e como chegamos até aqui. O motivo? Simples: provavelmente sua decisão final sobre qual sistema escolher vai estar bem relacionada com o histórico do produto. Palavra de quem usou o Final Scratch 2 por dois anos e já conhece este mercado de cor e salteado. Vamos lá!

O ano era 1998. Discotecar usando computadores era um sonho distante: já tínhamos programas no mercado (Virtual Turntables, PCDJ, MJ Studio), mas a coisa era complicada. Usar teclado e mouse para mixar músicas em tempo real sempre foi algo difícil — pra não dizer impossível. Eis que na época poucos souberam de um projeto audacioso: ligar um computador a um par de toca-discos e usá-los para controlar as mp3 que eram tocadas no computador. Uma simulação total.

O MJ Studio, software que chegou a sacudir o mercado e depois sumiu, como tantos outros
O MJ Studio, software que chegou a sacudir o mercado e depois sumiu, como tantos outros

Nascia o Final Scratch, um projeto de um grupo de jovens alemães, que em 1998 apresentaram ele em público em uma conferência de usuários do finado sistema BeOS. Este sistema operacional, nascido de uma dissidência da Apple, era destinado pra PCs e tinha como grande força o seu talento nato para multimídia — lembro perfeitamente quando o rodei pela primeira vez, e coloquei 10 mp3s para tocar ao mesmo tempo em um saudoso AMD K6 II de 300Mhz com 32 MB de Ram, e o sistema sequer tossiu. Era um feito marcante se comparado ao tosco Windows 98, que já soluçava com o VTT tocando duas mp3.

Final Scratch, o começo do sonho impossível

Sim, o Final Scratch era pra rodar no BeOS. Que infelizmente morreu no ano seguinte. Mas o projeto não se abalou: o grupo formou a empresa N2IT, e em 1999 já rolaram as primeiras apresentações ao vivo, em clubs da Alemanha — sets simples, de 1 hora de duração no máximo, mas um feito. Eu e outras pessoas que se ligavam no assunto ficávamos duvidando que era possível, no melhor esquema “mas como pode?”.

Com as noites nos clubs, e a empresa N2IT formada, os veteranos em tecnologia Richie Hawtin e John Acquaviva, dois DJs que sempre foram conhecidos por abusar ao máximo de toda parafernália tecnológica que encontram, começaram a apoiar o projeto, e dar idéias. A empresa recebeu então um aporte da Stanton, clássico fabricante de equipamentos para DJs. Nascia o ScratchAmp, o aparelho que fazia a mágica e interligava toca-discos com um computador e fazia a mágica acontecer, e que foi usado por toda a primeira geração do Final Scratch.

A crítica e a controvérsia do Final Scratch 1.0

A primeira versão do Final Scratch era mais feia que a fome, mas assustava
A primeira versão do Final Scratch era mais feia que a fome, mas encantava com a tecnologia

A primeira versão comercializada do Final Scratch rodava em Linux. Sim, isso mesmo: era um CD bootável com um Debian configurado apenas para rodar o programa. Como o Linux ainda não tinha alcançado a maturidade dos dias de hoje, era pau pra tudo que é lado, principalmente em laptops que tinham placas de vídeo GeForce — normalmente, os laptops mais caros e mais profissionais.

Mesmo com muita gente maravilhada com o feito tecnológico, ninguém botava fé na idéia, por conta desses problemas técnicos. Até que na versão 1.1, a Stanton fechou uma parceria com a Native Instruments, no momento (e até hoje) dona do melhor programa para DJs do mercado: o Traktor DJ Studio, que na época, mesmo em sua versão 1.0, deixava todos os outros no mercado comendo poeira.

Nascia então o Final Scratch 1.1, que vinha com o Traktor Final Scratch até sua versão 1.5. O programa era bem simples, mas funcionava no Windows, Linux e OSX, e dispunha de fucnionalidades como a excelente busca e bilbioteca de arquivos do Traktor, e uma função de Master Tempo (Time Stretch), algo inédito e impensável no mundo do vinil. Esta função permite que o DJ acelere o diminua a música, preservando sua entonação, ou seja, você toca a música mais rapidamente e aquela voz de diva não vira uma voz de formiguinha.

Traktor Final Scratch 1.5: agora sim, uma solução profissonal, com o apoio da Native Instruments
Traktor Final Scratch 1.5: agora sim, uma solução profissonal, com o apoio da Native Instruments

E assim o Final Scratch se popularizou. Parou na versão 1.5, debaixo de muitas críticas com relaçao ao aparelho, o ScratchAmp. Dava muitos problemas, diversos deram defeito em um dos canais de áudio, e reclamava-se do fato de usar o já ultrapassado USB 1.1 e componentes de baixa qualidade. Era hora de dar um passo maior.

Final Scratch 2 - O ScratchAmp “Reloaded”

Rolava nos bastidores a seguinte conversa: a Native Instruments fez de tudo ao alcance dela para tirar o máximo possível do Final Scratch 1.5, mas não tinha mais jeito: o resto dos problemas só se resolveriam com o desenho de um novo aparelho. O acordo entre as duas empresas era mais ou menos assim: a Stanton fabricava o hardware e fazia a distribuição, e a NI cuidava do software e do atendimento. Parecia a solução perfeita: a primeira só sabia fazer hardware, e continuava cuidando do que fazia de melhor (mesmo tendo zero de experiência com periféricos de informática), e a segunda cuidava da parte software e online, que era seu expertise.

Juntas, desenharam o que seria uma das melhores placas de áudio de todos os tempos. Nascia, então, o Final Scratch 2, na forma do ScratchAmp 2. Grande e parrudo como um tanque, o aparelho usava componentes da melhor qualidade disponivel no mercado, apresentava várias conexões de entrada e saida, e com uma versão melhorada do Traktor Final Scratch, agora em cima do motor do Traktor DJ Studio 2. A placa, agora usando o barramento firewire, prometia. Prometia tanto que eu mesmo me seduzi e embarquei de cabeça.

Realmente, o Final Scratch 2 é uma das melhores placas de áudio. Diferente do FS1, funcionava com qualquer programa de áudio, com capacidade fenomenais. E logo que saiu o Traktor DJ Studio 2.6, a coisa ficou melhor do que nunca: você poderia usar o melhor software do mercado e contar com recursos impensados pra usuários de vinil: loops, beatjumps e controle total tanto pelos toca-discos como pelo teclado, mouse ou um controlador midi.

O ScratchAmp2: um verdadeiro tanque de guerra, sem dúvidas uma das melhores placas de som já produzidas
O ScratchAmp2: um verdadeiro tanque de guerra, sem dúvidas uma das melhores placas de som já produzidas

A Stanton e Native Instruments tinham a faca e o queijo nas mãos. A concorrência tentava, e a única oferta � altura era o Serato Scratch Live, parceria similar feita entre o fabricante de equipamentos de áudio Rane (cujos mixers são os favoritos de 10 entre 10 ninjas do scratch), e a Serato, uma empresa pequena, com alguma experiência com softwares de áudio para produtores.

Porém, havia algo de podre no reino da Dinamarca. Durante 2 anos, enquanto o Traktor DJ Studio não paráva de evoluir, o Traktor Final Scratch 2 só teve dois pequenos updates, parando na versão 2.0.3, e deixando os usuários perturbados com essa questão… o que estaria acontecendo?

Stanton e Native Instruments: a casa caiu

Do nada, a Native Instruments passou todo o suporte para Stanton — que sempre foi péssima nisso, pois uma coisa é dar suporte técnico para aparelhos através de suas autorizadas; outra é aturar um fórum repleto de usuários insatisfeitos. Brigas judiciais pra lá e pra cá, fez-se muito mistério durante o ano passado, até que se revelou um desfecho trágico: a NI ficou proibida de oferecer compatibilidade ao Final Scratch 2, e teve que retirar o suporte no Traktor DJ Studio 3.2. A Stanton anunciava grandes novidades para janeiro de 2007.

E quando chegou a hora, a grande decepção: ela simplesmente arrancou o Traktor Final Scratch do pacote, e rebatizou o mesmo aparelho de Final Scratch Open, dizendo que agora todos e qualquer um podem desenvolver programas compatíveis com o Final Scratch. Todos, menos a Native Instruments — dona do melhor software do mercado.

Hoje você compra o Final Scratch Open por um ótimo preço. Porém, ele vem sem programa nenhum. O que você faz com ele assim que abre a caixa? Bela pergunta. Você ainda vai ter que comprar algum programa compatível com ele, e até o momento, apenas o DJ Decks oferece um bom suporte. E o DJ Decks, por mais simples e barato que seja, não é lá essas coisas. E se der pau no meio do caminho? Se você reclamar com a Stanton, ela vai mandar você pro fabricante do software que você usou, e vice-versa. Que bonito, hein?

A moral da história: preste atenção no fabricante

Como dizia o ditado, “diga-me com quem andas…”. Aconteceu o que ninguém esperava: as empresas simplesmente brigaram e agora quem tem Final Scratch 2, ou vende, ou usa o Traktor Final Scratch 2.0.3 — que nem compatível com os Macs de processadores Intel é. Por um tempo, ainda tinha-se a “esperança” de gastar mais 300 dólares e comprar uma licença do Traktor DJ Studio 3, mas agora nem adianta mais: ele não oferece mais compatibilidade com o Final Scratch 2.

A solução? Vender e nunca mais se sujeitar a uma plataforma que pertença � duas empresas. Separadas, nenhuma oferece a solução completa. Mas o ponto é: muito cuidado ao considerar sua compra de equipamento, pois já viu-se que depender da junção de duas empresas pode acabar com os seus sonhos de uma hora pra outra e tornar sua vida inviável. O ScratchAmp 2 continua sendo a melhor placa de audio do mercado, mas e aí, de que adianta, se não tem sofware 100% voltado pra ele?

Enquanto isso, na concorrência

Bom, chega de rolo e de lamúrias: vamos ver o que aconteceu no resto do mercado.

Hoje existem várias opções de simuladores de vinil. Mas somente quatro deles ganham os holofotes no momento. Vamos torcer pra que mais opções surjam, afinal, quanto mais oferta, melhor. Vamos ver um deles, um por um.

Final Scratch Open

Final Scratch Open

Nem vou me alongar muito, pois já falamos dele de montão. É uma placa de audio maravilhosa, e com o preço de tabela de 350 dólares, até que poderia valer a pena. Só que não tem software oficialmente, a Stanton não é um fabricante de software e pelo visto está traumatizada com parcerias. Em suma, fuja dele. Final Scratch morreu. Diz a lenda que ela vai lançar o Final Scratch 3, mas eu duvido — podem me cobrar se ela lançar e for um sucesso. Mas eu acho pouco provável. Bye, bye, Final Scratch. Foi bom te conhecer.

Resumo: só compre se você quer uma placa de som firewire, porque ao abrir a caixa você não vai ter como utilizar ele, já que ele não vem com nenhum programa. Mas por 350 dólares, sobram opções de placas tão boas quanto, menores e mais baratas.

Serato Scratch Live

Serato Scratch Live

A bola da vez. Como já tem bastante tempo de mercado e uma base pequena, virou o querido dos Top DJs. E com isso, seu preço ainda não baixou um centavo: continua com o preço de tabela de 600 dólares. É um sistema fantástico, e agora está com o mercado nas mãos. Seu maior benefício é oferecer uma baixíssima latência — que é o tempo de resposta, ou seja, o reflexo do sistema. O tempo que leva entre você meter a mão no disco e o que acontece na tela. Quanto mais baixo, melhor.

Não que os outros tenham latência mais alta que dê pra você perceber, mas você sabe como a Internet está tomada de nerds e sabichões que sabem de tudo, menos sair de casa. Dificilmente você vai pegar qualquer sistema aqui e comparar lado a lado e perceber diferenças — estamos falando de coisas entre 8 e 16 milissegundos.

O Serato é bastante simples, leve e até um pouco espartano: a caixa preta e quadrada parece um aparelho da década de 80. Ele usa USB 1.1, um barramento antigo e ultrapassado, e que recebe muitas críticas, mas isso é besteira: o segredo é que a caixinha do Serato não é apenas uma placa de som; ela decodifica os sinais dos discos e toma pra si parte do processamento, daí as latências mais baixas. Porém, isso tem uma contra-partida: é mais difícil fazer atualizações e colocar mais funcionalidades no programa. Prova disso é que só recentemente ele ganhou a funcionalidade de Master Tempo / Time Stretch.

Resumo: se você quer apenas tocar mp3 usando vinil, e não quer nenhuma funcionalidade a mais, e orçamento não é problema, o Serato é pra você. Porém, assim como o primeiro Final Scratch, ele não é uma placa de som: só vai te servir pra tocar. Ele não é compatível com mais nada, e é fruto de uma parceria entre a Rane e a Serato, que apesar de estar indo bem, pode acabar de uma hora pra outra, nunca se sabe. Logo, você tem um risco enorme de ficar com um tijolo nas mãos. Mas é a plataforma utilizada pelos tops hoje em dia, e muito popular aqui no Brasil — não tem experiência mais desagradável do que dois DJs de simuladores diferentes dividindo a cabine, é um verdadeiro macarrão de cabos pra todo o lado.

M-Audio Conectiv

M-Audio Conectiv / Torq

O novo garoto do pedaço. Saiu de mansinho no final do ano passado, e vem crescendo bem. A M-Audio é uma marca com grande reputação em equipamentos de áudio, e criou um núcleo de produtos para DJs, que está colocando vários produtos no mercado. O Torq é o programa que vem com ele, e tem uma cara meio feia, com fundo preto e todo colorido, mas com um motivo interessante: é o que possui melhor legibilidade quando se está longe da tela, algo que faz falta em várias situações.

O aparelho, o Conectiv, tem duas grandes vantagens que botam ele bem � frente da concorrência: o preço, 300 dólares, metade dos demais. E o fato de só levar dois cabos para o mixer. Sim, você espeta os toca-discos nele, e dele saem apenas dois cabos pros line-in do mixer. Se você quiser trocar do áudio dele pros vinis, você muda a chave nele, e não no mixer. O que é uma vantagem imensa quando se está montando e desmontando o equipamento nos clubs da vida — sem dúvida a maior chatice de usar simuladores de vinil. Ele permite até que você misture áudio digital com o do toca-discos, pra, digamos, tocar uma vinheta em cima de um disco de vinil tradicional usando o mesmo canal, algo que pode ser útil pra alguns DJs.

O Torq tem várias funcionalidades legais, como suporte a plugins VST e bancos de samples. O único problema dele é que ele só funciona espetado a um Conectiv — nada de usar uma outra placa de som se você precisar mandar o seu Conectiv pro conserto. Mas pelo menos não tem o risco dos outros: tanto o fabricante do hardware como do software é o mesmo — apenas os discos de vinil são feitos fora, o que, convenhamos, não é o fim do mundo.

O programa Torq, da M-Audio

Ainda não tem quase ninguém usando o Conectiv por aqui. Se você quiser, ainda pode comprar ele mais barato ainda, sem os discos e cds especiais — apenas a placa de som e o Torq. E sim, a placa de som, ou seja, o Conectiv, pode ser usado com qualquer outro programa de áudio, inclusive o Traktor DJ Studio e um controlador midi. Mais flexibilidade, impossível. É uma boa aposta.

Resumo: a plataforma da M-Audio é bem nova, mas a solidez da empresa tanto na parte do hardware como também no software (Protools e Ableton Live) com certeza dão base pra este produto. Seu tamanho e a praticidade de ter dois cabos a menos, e o preço reduzido, fazem do Conectiv uma das melhores compras do momento. Se orçamento é um problema pra você, então nem tem o que pensar.

Traktor Scratch, da Native Instruments

Traktor Scratch

Acabou de sair do forno o tão esperado produto da Native Instruments, após o fim trágico da parceria com a Stanton. O que esperar dele? Sem dúvidas, um bocado.

Afinal, são anos lidando com esse tipo de solução, e se o Final Scratch aconteceu algum dia, foi por causa da NI. Ela é também a autora do melhor programa para DJs do mercado, o Traktor, e sabe tudo de produção de áudio e efeitos, já provados com seus softwares de produção como o Kontakt, Absynth, Massive, entre tantos outros. Faltava apenas fabricar uma placa de som, e isso ela já vinha fazendo com o Audio Kontrol.

Agora, com o lançamento da Audio 8, o kit está completo: o Traktor Scratch oferece tecnologia de ponta, compatibilidade com o lendário Traktor DJ Studio, e anos de experiência no assunto. Ainda não tem reviews pipocando na Internet, pois ele acabou de chegar nas lojas, mas os beta-testers dizem que a latência é algo incrível. Outra vantagem enorme é ter leds em todo o canto da placa pra que, com uma simples olhada pro Audio 8, você consiga saber como está entrando e saindo o áudio dele.

O Audio 8 é uma placa de audio USB poderosíssima, superando até mesmo o ScratchAmp 2. Componentes de qualidade, construção sólida e arranjo fenomenal, com detalhes como o passador de cabos, o ganchinho que tem na parte traseira. Entradas e saídas pra dar e vender, tornando o Audio 8 um sonho de consumo não só para DJs mas para profissionais de áudio de todos os tipos e segmentos. É uma senhora placa de som que vai acompanhar a vida de muita gente.

A interface de som Audio 8

Na parte do software, o Traktor Scratch é o velho e bom Traktor 3, mas com algumas coisas a menos. Claro, ela não ia matar o produto principal da linha de produtos de DJs dela. Porém tem algumas vantagens, e eu diria que a principal e mais importante é: o programa funciona com perfeição mesmo quando o sinal dos toca-discos fica mono, algo que acontece DEMAIS, seja por cabos, mal contato nas entradas, cápsula com problemas, braço. Principalmente nas Technics MK2. Isso é, sem sombra de dúvidas, um belo avanço.

De resto, o que mata é o preço: 600 dólares também. Caro, muito caro, talvez pelo exagero da placa de som, que muitos não vão utilizar.

Resumo: é uma plataforma completamente nova, e isso tem vantagens e desvantagens. Vem cheio de idéias novas e tem um nome forte por trás, que é responsável por todas as partes do produto, o que nos deixa seguros. Com certeza vai oferecer uma belíssima e exclusiva integração com o Traktor 3 e versões futuras. Foi pensada por gente que já lida com simulação de vinil desde o começo. Porém, é um produto novo e convém esperar, afinal estamos cansados de ver que, graças � correria de hoje em dia, quem sempre sai na frente acaba se dando mal e pega problemas, bugs e outras aporrinhações. Mas é o preço que se paga por se estar na ponta.

Conclusões e pensamentos finais

Existem diversos outras opções, mas profissional com “P” maiúsculo, só essas mesmo. Neste longo artigo, vimos que a história é importante, pois comprar um produto que dependa de dois fabricantes pode ser arriscado, como foi o caso dos usuários do Final Scratch 2, que ficaram a ver navios. Eu mesmo já vendi o meu, com pena, pois gostava bastante dele.

Studio

Simuladores de vinil são o máximo mesmo. É uma tecnologia interessante demais, e até hoje, mesmo tendo um Final Scratch 2 por mais de dois anos, ainda me assombro toda vez que meto a mão no disco e ouço o áudio saindo em tempo real das caixas, enquanto a música aparece sendo manipulada na tela. Parece macumba, vodu, bruxaria, mandinga. É uma sensação legal, e tem muitas vantagens sim, mas também tem várias desvantagens.

Mas como vimos nos artigos anteriores aqui do Submusica, este é apenas um segmento, que concorre direto com o de controladores midi. Eu não quis, em nenhum deles, levantar polêmicas sobre qual caminho seguir. Quero ainda mostrar o universo das placas de áudio (estou devendo este artigo pra vários leitores) e depois mostrar as soluções alternativas, como os mixers de iPod, por exemplo.

A partir daí, pretendo escrever aqui opções de montagem do seu estudio, quais equipamentos adquirir, e dizer qual equipamento devo seguir também. Aí, sim, o bicho irá pegar. Aguard!

E você, conseguiu ter paciência de ler tudo até aqui? Muito obrigado, e deixa seu comentário, dúvida, sugestão. Comente!

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Deixe seu comentário! (187) Permalink de "Traktor Scratch, Final Scratch, Serato ou Torq?"

187 comentários para "Traktor Scratch, Final Scratch, Serato ou Torq?"


  1. Leo disse em 29/05/2007:

    Otimo! Não sabia metade do que estava lendo, so que mesmo assim tive o intereçe do começo ao fim!
    DO meu ponto de vista o melhor custo X beneficio é o “Serato” … !

    Uma coisa que tirei de conclusão desse artigo e dos outros é “compre um LAPTOP, bom!”
    Com isso controladores midi, final scratch, serato, e etc, poderá usar!

    O esquema é o mesmo esperar “amadurecer” um pouco, que nem estou esperando o mercado de controladores midi, mais, com certeza se tivesse dinheiro iria de “Traktor Scratch”

    Agora poderia me responder, para que usaria a “placa de som” dos kit´s ? como o final scratch open, porque utilizaria so a placa de som?


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  3. Dudu P disse em 29/05/2007:

    Leo disse:

    Agora poderia me responder, para que usaria a “placa de som” dos kit´s ? como o final scratch open, porque utilizaria so a placa de som?

    É muito bom ter uma placa de som poderosa. Eu uso o ScratchAmp2 pra tudo: ouvir música, em programas de produção de áudio como o Cubase, capturar áudio de vinis com a melhor qualidade possível, e também poderia fazer coisas legais como gravar meu set com alta qualidade ligando uma das entradas extras dele a uma das saídas do mixer.

    Mas o principal é: saiu um programa novo muito bom. Se seu simulador de vinil for preso, você está à mercê do fabricante, como aconteceu com o Final Scratch 1 e como pode vir a acontecer com o Serato.

    DJ Decks e Deckadance são dois exemplos de alternativas que podem ser úteis, eu sempre tinha um DJ Decks instalado na máquina, pois caso o Traktor Final Scratch subisse no telhado e resolvesse dar tilt, eu teria mais uma opção para tocar.

    Sobre o custo x benefício, acho que o Serato está longe disso. Ele é um dos mais caros do mercado (custa 2.200 reais por aqui), e só funciona com o software dele.

    *Custo* e *benefício* você obtém com o Conectiv: 1.300 reais, cabos a menos, é feito por uma empresa só e pode ser usado como uma placa de som, ou seja, funciona com outros programas. Você paga muito menos e recebe mais benefícios.


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  5. Cybass disse em 29/05/2007:

    Ceiling Traktor is watching you masturbate


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  7. davi roque disse em 29/05/2007:

    ah, 1998… rebirth…


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  9. djmoris disse em 29/05/2007:

    Obrigado por esta matèria, eu estava em duvidas entre estes produtos e
    as opiniões que tinham me passado eram muito vagas, agora tenho uma serta noção
    e diferença destes produtos.


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  11. Pedro disse em 29/05/2007:

    Caracas, bem explicadinho. Hei de ter uma Audio-8 um dia.


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  13. Nando disse em 30/05/2007:

    Até ontem a noite, eu não conhecia esse site.
    Fiquei impressionado com tanta informação direta e didatica.
    Estão de parabéns!

    Sobre a matéria…

    Fiquei muito afim de já ir juntando grana pro Audio8.
    Acho que, quem tem grana, pode comprar cegamente ele, pq com certeza, ele vai ser foda!


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  15. Leandro Artioli disse em 30/05/2007:

    Dudu

    Excelente matéria, como sempre esclarecedor. (li e reli)
    Não tenho interesse em tocar com simuladores de vinil por enquanto, estou focado nos controladores midi (Vestax VCI-100) como você já sabe.
    Acredito que a M-Audio Conectiv / Torq se torna muito pra mim, é claro que o ideal seria a Audio 8 para funcinar perfeitamente bem com o Traktor Scratch que acompanha o VCI-100, porém tenho o problema da maioria o dinheiro, estou na procura de uma solução pesquisando os custos benifícios.
    Em outros momentos você já me indicou uma placa: a Audiofire2 da ECHO, será que essa é a única opção observando que não é uma placa que se acha fácil para comprar?
    A placa M-AUDIO - FireWire Solo - FireWire http://www.m-audio.com/products/en_us/FireWireSolo-main.html não pode ser uma alternativa que se equipare com a placa da Echo?
    Obrigado
    Leandro Artioli


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  17. fl@vi0 disse em 31/05/2007:

    falae dudup blz?
    parabéns pelo review dos programas, ficou show de bola
    ah…mas fala a verdade pra gente, o segredo de toda essa parafernália ta ali naquele Dreamcast, fale a verdade huahuahua
    flw t


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  19. Kento disse em 01/06/2007:

    Dudu…

    Queria somente agradecer sua disposição e paciencia em escrever um texto tao longo e ao mesmo tempo TAO ULTIL PARA NOS!!!! Estava quase comprando o serato, e ao saber do torq, fui pra net pesquisar. O seu texto me ajudou demais!!!! Ja me decidi e vou adquirir!!! É CONECTIV!

    Preço é uma coisa que conta muito, pois a interface nao é cara, mas somando tudo, poucos podem montar um setup assim. Se for colocar no papel um bom fone, um mixer, 2 toca-discos, agulhas, notebook e ainda a interface, realmente é um investimento alto.

    Valeu demais pelo texto!!!!
    Vou passar ao meus colegas.

    Um abraço!!!!


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  21. andré disse em 01/06/2007:

    Dudu p

    O software do Final Scratch open é bom? poderia ser usado com o BCD2000 como alternativa gratuita ao traktor?


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  23. andré disse em 01/06/2007:

    Desculpe, desconsidere o comentário acima…..

    Tinha esquecido que vinha sem software nenhum, valeu!


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  25. Dudu P disse em 01/06/2007:

    Valeu pelos agradecimentos, gente! Ainda faltaram alguns sistemas, mas os top estão aí.

    Pra breve vem um sobre montagem do estudio, qual a combinação ideal de equipamentos.


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  27. Sergio disse em 04/06/2007:

    Fala Dudu
    Cara,acabei de ler essa materia e estou a beira da loucura rsrsrs
    no final do ano passado comprei um Final Scratch 2 ,pq estava em uma otima promocao!!!como nao tinha um notebook,estava usando no Pc mesmo.usei 1 mes + ou - e guardei ele ate comprar um notebook!!!
    semana passada comprei um Macbook,e fui louco instalar o FS2……..instalacao quase perfeita…..o scratch amp nao conecta……no setup fica escrito somente `´waiting´´ nao conecta nem ferrando…..
    agora me diz uma coisa,é um problema d configuracao? ou nao vou mas conseguir conecta-lo?????por causa da separacao das empresas…..
    por favor,se possivel me responda ok!!!
    um abracao


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  29. Dudu P disse em 04/06/2007:

    Sergio disse:

    semana passada comprei um Macbook,e fui louco instalar o FS2……..instalacao quase perfeita…..o scratch amp nao conecta……no setup fica escrito somente `´waiting´´ nao conecta nem ferrando…..

    Sergio, o ScratchAmp funciona numa boa no MacOS X, bastou plugar e pronto.

    O problema está no Traktor: o Traktor FS não é compatível com os Macs de processador Intel. Nem adianta instalar porque não roda.

    Só resta então o Traktor DJ Studio 3. O problema é que as versões atuais dele não são mais compatíveis. Só a versão 3.2.1, que já saiu de linha no dia 01/01/2007. A única solução é você procurar uma versão pirateada, o que é ridículo haja vista que você comprou o FS2 e ficou a ver navios.

    A mesma coisa aconteceu comigo, e acabei vendendo o meu FS2.


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  31. Sergio disse em 04/06/2007:

    Putz………num acredito……
    mas se eu encontrar a versao 3.2.1 do traktor 3 tenhu uma chance de usar o FS2???
    Eu moro no Japao!!e estava vendo o preco do Traktor Scratch,é quase o mesmo preco do Traktor Dj Studio 3!!!
    entao talvez seria mais facil eu adquirir o o Traktor Scratch nao é?? vai q eu gaste uma grana no Traktor 3 e num de resultado……..
    o FS2 entao,num tem nem como vender……..o cara q comprar,tbm num vai conseguir instalar e vai querer a grana de volta rsrsrs
    q palhacada hein……
    o pior q vendi todo meu equipamento,para comprar o netebook kkkk e comecar a trampar com o FS2!!!


  32.  Add karma Subtract karma  +0 Responder


  33. Dudu P disse em 05/06/2007:

    Sergio disse:

    mas se eu encontrar a versao 3.2.1 do traktor 3 tenhu uma chance de usar o FS2???
    Eu moro no Japao!!e estava vendo o preco do Traktor Scratch,é quase o mesmo preco do Traktor Dj Studio 3!!!
    entao talvez seria mais facil eu adquirir o o Traktor Scratch nao é?? vai q eu gaste uma grana no Traktor 3 e num de resultado……..
    o FS2 entao,num tem nem como vender……..o cara q comprar,tbm num vai conseguir instalar e vai querer a grana de volta rsrsrs
    q palhacada hein……
    o pior q vendi todo meu equipamento,para comprar o netebook kkkk e comecar a trampar com o FS2!!!

    Se você conseguir a versão 3.2.1 do Traktor, você usa o FS2 numa boa. O problema é que não tem como encontrá-la mais oficialmente.

    O bom é que usuários do FS2 têm um desconto legal pra comprar o Traktor Scratch. E você não precisa devolver o FS2, ainda vai poder vendê-lo numa boa. Ainda tem gente pagando uma boa grana por ele aqui no Brasil. Dá uma pesquisada no Mercado Livre e no eBay que você vai ver.

    Outra opção bem legal é o Conectiv/Torq


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  35. Sergio disse em 08/06/2007:

    Dudu P disse:

    Sergio disse:

    mas se eu encontrar a versao 3.2.1 do traktor 3 tenhu uma chance de usar o FS2???
    Eu moro no Japao!!e estava vendo o preco do Traktor Scratch,é quase o mesmo preco do Traktor Dj Studio 3!!!
    entao talvez seria mais facil eu adquirir o o Traktor Scratch nao é?? vai q eu gaste uma grana no Traktor 3 e num de resultado……..
    o FS2 entao,num tem nem como vender……..o cara q comprar,tbm num vai conseguir instalar e vai querer a grana de volta rsrsrs
    q palhacada hein……
    o pior q vendi todo meu equipamento,para comprar o netebook kkkk e comecar a trampar com o FS2!!!

    Se você conseguir a versão 3.2.1 do Traktor, você usa o FS2 numa boa. O problema é que não tem como encontrá-la mais oficialmente.

    O bom é que usuários do FS2 têm um desconto legal pra comprar o Traktor Scratch. E você não precisa devolver o FS2, ainda vai poder vendê-lo numa boa. Ainda tem gente pagando uma boa grana por ele aqui no Brasil. Dá uma pesquisada no Mercado Livre e no eBay que você vai ver.

    Outra opção bem legal é o Conectiv/Torq

    Fala Dudu!! blz?
    entao kara consegui o Traktor dj 3.2.1 !!
    mas nao consigo usar o FS2 nele……ele faz a leitura no FS2 automaticamente ou nao??
    oq devo fazer??


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  37. Sergio disse em 10/06/2007:

    Fala Dudu!! blz?
    entao kara consegui o Traktor dj 3.2.1 !!
    mas nao consigo usar o FS2 nele……ele faz a leitura no FS2 automaticamente ou nao??
    oq devo fazer??


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  39. Dudu P disse em 10/06/2007:

    Sergio disse:

    Fala Dudu!! blz?
    entao kara consegui o Traktor dj 3.2.1 !!
    mas nao consigo usar o FS2 nele……ele faz a leitura no FS2 automaticamente ou nao??
    oq devo fazer??

    Cara, falha minha. A 3.2.1 é a versão que *retirou* o suporte ao FS2. Você precisa exatamente da versão 3.2.0.085 — esta foi a que saiu pra Macs Intel e que ofereceu suporte ao FS2.

    A configuração é facil, basta escolher como placa de som o final scratch.


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  41. djcoquinho disse em 11/06/2007:

    amigo tenho um final 1.5.4 sera q da para rodar ele com esse dj decks q estão falando ai ou é só com o progr original mesmo espero a resposta valewwww!!!!


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  43. Dudu P disse em 11/06/2007:

    djcoquinho disse:

    amigo tenho um final 1.5.4 sera q da para rodar ele com esse dj decks q estão falando ai ou é só com o progr original mesmo espero a resposta valewwww!!!!

    Esquece. FS1 é fechado e só funciona com o próprio programa que vem com ele. Nenhum outro.


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  45. Luan Cerq disse em 14/06/2007:

    Muito boa a matéria.
    Obrigado pela as informações.

    Apesar de eu ainda não ser um bom entendedor do assunto, se tira daí, boas informações!


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  47. balara disse em 14/06/2007:

    Cara…parabens….
    Muito bom artigo…
    aprendi mta coisa a respeito dos simuladores…
    eu tava pensando em comprar um final agora..mas nao sabia disso tudo….
    correrei atras de um audio 8…
    valeu..abraço


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  49. Dj pyko disse em 14/06/2007:

    Ola!!!Show d bola essa materia!!!….Curti mesmo!!!parabens e um forte abraço!!!….


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  51. sergio disse em 16/06/2007:

    fala Dudu!!
    sou eu enxendo o saco denovo rsrs
    cara consegui o traktor 3.2.0.085 instalei blz,calibrei o time code,mas nao consigo controlar a musica pelo CDJ!!!
    nenhuma funcao do CDJ funciona,o audio sai numa boa …….
    sabe oq pode ser??


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  53. anderson ricardo disse em 16/06/2007:

    se vc naum tivesse nenhum desses simuladores de vinis
    e iria comprar amanha o seu,mesmo com seu dinheiro escasso
    qual vc esxolheria


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  55. Dudu P disse em 17/06/2007:

    anderson ricardo disse:

    se vc naum tivesse nenhum desses simuladores de vinis
    e iria comprar amanha o seu,mesmo com seu dinheiro escasso
    qual vc esxolheria

    Excelente pergunta, com certeza vou falar disso em uma matéria no futuro.

    Eu ficaria com o Conectiv, pelo preço, além de ser muito mais fácil de trabalhar por aí, por conta dos cabos à menos. Acho o preço do Serato muito alto pelo que ele oferece. O Traktor Scratch seria uma ótima opção também, mas independente de ter grana ou não, acho acima de 2 mil reais muito absurdo por uma simples placa de som e dois vinis de timecode.


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  57. sergio disse em 18/06/2007:

    Fala Dudu!!
    sou eu enxendo o saco denovo rsrs
    cara consegui o traktor 3.2.0.085 instalei blz,calibrei o time code,mas nao consigo controlar a musica pelo CDJ!!!
    nenhuma funcao do CDJ funciona,o audio sai numa boa …….
    sabe oq pode ser??


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  59. Dudu P disse em 18/06/2007:

    sergio disse:

    Fala Dudu!!
    sou eu enxendo o saco denovo rsrs
    cara consegui o traktor 3.2.0.085 instalei blz,calibrei o time code,mas nao consigo controlar a musica pelo CDJ!!!
    nenhuma funcao do CDJ funciona,o audio sai numa boa …….
    sabe oq pode ser??

    Verificou se no FS a chave de entrada dos decks tá como line ao invés de phono?


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  61. sergio disse em 19/06/2007:

    Cara esta tudo perfeito!!
    ja revirei tudo o programa!!num consigo achar o problema…..
    no Audio Setup-Soundcard escolhi a opcao FS2.
    so de ja ter selecionado essa opcao,o programa era para estar funcionando normalmente??ou precisa ser configurado mas alguma coisa??
    o audio simplesmente esta passando pelo Scratch amp,e saindo no mixer!!!
    no mixer interno do taktor,tem uma opcao de escolher o Deck!!quando selecionado o Deck externo,ffunciona o cdj com o Cd de codigo de tempo,mas apenas ruidos….
    no Deck interno funciona o traktor,e o cdj num funciona……


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  63. Dudu P disse em 19/06/2007:

    sergio disse:

    o audio simplesmente esta passando pelo Scratch amp,e saindo no mixer!!!
    no mixer interno do taktor,tem uma opcao de escolher o Deck!!quando selecionado o Deck externo,ffunciona o cdj com o Cd de codigo de tempo,mas apenas ruidos….
    no Deck interno funciona o traktor,e o cdj num funciona……

    Estranho mesmo. Eu nunca usei o FS2 com CDs. Sei que tem CDJs específicos que têm vários problemas, como os CDJ 800 e 1000. Dá uma fuçada no extinto fórum do FS no site da NI:

    http://www.native-instruments.com/forum_us/


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  65. Ivair disse em 19/06/2007:

    Olá Dudu !!!
    Antes de tudo parabéns pela “matéria”, muito explicativa e didática, vc é fera !!!
    Estou com uma dúvida, sou DJ das “antigas” gosto muito de tocar com vinyl mas vc sabe, o custo já não dá pra segurar… e CDJ é legal, mas nada como o vinyl !!! Tenho orçamento disponível e gostaria de saber - na sua opinião - qual a melhor opção :
    1 - Serato, Traktor ou M-Audio ???
    2 - Qual é a melhor agulha para utilizar nesse tipo de programa ???
    Me falaram que a Ortofon Digitrack é a melhor… o que vc poderia comentar ???
    Mais uma vez, muito obrigado !!!


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  67. sergio disse em 19/06/2007:

    entao sera q o problema é o CDj??estou usando o CDJ-800…….
    ja estou desistindo de usar ele hein rsrsrs
    vc conhece alguem q queira comprar o FS2??
    tenhu um primo q vai pro Brasil dia 28,ja arrumo pra ele levar pra mim!
    se souber de qualquer coisa me da om toc blZ!!!
    valeu pela forca!!!


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  69. anderson ricardo disse em 20/06/2007:

    ola….sou eu de novo
    qual e a melhor configuração para roda o torq conectiv vinyl
    e qual a plataforma mais estavel(mac ou pc)e se ele roda com com o virtual dj(adorei o virtual dj)e tmb se pode rodar com o reson 3.0(pois eu tmb faço uma coisas ao vivo com um controlador mid)pois eu vou comprar o torq cv e naum quero correr o risco de ele travar no meio de um set


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  71. Dudu P disse em 20/06/2007:

    Ivair disse:

    Tenho orçamento disponível e gostaria de saber - na sua opinião - qual a melhor opção :
    1 - Serato, Traktor ou M-Audio ???
    2 - Qual é a melhor agulha para utilizar nesse tipo de programa ???
    Me falaram que a Ortofon Digitrack é a melhor… o que vc poderia comentar ???
    Mais uma vez, muito obrigado !!!

    Se dinheiro não for problema, eu apostaria no Traktor Scratch, pois é a única solução feita por um fabricante só, e mais importante, por uma empresa que vive de fazer software. Porque o aparelho em si é apenas uma placa de som, e todos os fabricantes de hardware envolvidos nisso (Rane, Stanton, Numark) não fazem peças de computador, não têm expertise o suficiente.

    Agora, independente da grana, eu pretendo comprar um M-Audio Conectiv (Torq). O preço é mais pé no chão — acho um absurdo o pessoal continuar cobrando a mesma coisa que o preço original do FS2, numa época em que só tinha ele e os caras podiam cobrar o quanto quisesse. E a M-Audio é uma ótima empresa de placas de som.

    Quanto à agulhas, não esquente a cabeça. Compre a que você curtir mais. Minha recomendação é você ter uma que seja fácil comprar uma nova em caso de pane. A Shure Whitelabel é ótima, e eu usei Numark durante muito tempo, mas se quebrar, só importando, porque é dificilimo encontrar reposição.


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  73. fil disse em 20/06/2007:

    Muito bacana a matéria!
    Abraços!
    Fil


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  75. sergio disse em 21/06/2007:

    Fala Dudu!!
    o M-Audio Conectiv roda em Macbook Intel???


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  77. Dudu P disse em 21/06/2007:

    sergio disse:

    Fala Dudu!!
    o M-Audio Conectiv roda em Macbook Intel???

    Roda. Dá uma olhada na matéria, tem link pro site oficial dele! ;)


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  79. thaty disse em 21/06/2007:

    Arrebentou hein!
    ótima a materia… eu toco em cd… estou começando a treinar em vinyl e prestes a conhecer de perto os recursos de um simulador de vinyl.. e confesso que vc me deu o gás necessario agora!!
    valeu! sucesso!
    Thaty


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  81. Guilherme* disse em 21/06/2007:

    o Traktor Scratch não me parece assim tão caro, já tem sites por ai vendendo a 399 dolares (+/- 1.400,00 importando pela BH) … pela qualidade do sistema da native instruments, me parece um preço bem competitivo se comparado ao M-Audio Conectiv.

    assim q a grana der, com certeza o Traktor Scratch será minha próxima aquisição.


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